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Belo Horizonte, 1 de Janeiro de 2003 |
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Folha de S. Paulo , 7 de Outubro de 2007 |
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O novo sempre vem
Por Ana Vasco, 11 de Dezembro de 2009, 02h50
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Um dos seguidores mais participativos de nosso perfil no twitter, Eduardo Bisotto, constantemente nos lembra de uma frase forte de Elis Regina: "o novo sempre vem". Realmente, é inevitável fugirmos das mudanças e do progresso, seja nos pequenos detalhes do dia-a-dia, seja na amplitude da vida política. Nesta quinta (11/12), o governo de Minas nos presenteou com mais uma boa surpresa: Aécio assinou um decreto que libera, a partir deste mês, o acesso às ferramentas interativas da Web 2.0 para todos os servidores do Estado.
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Aécio, ao lado da secretaria de Planejamento
do Governo de Minas, Renata Vilhena, assina o decreto
que libera o acesso dos servidores às ferramentas da web
Na prática, todos os colaboradores do governo poderão agora acessar seus blogs, perfis em redes sociais, programas de compartilhamento digital, sites e portais variados etc., como ferramenta de trabalho ou como instrumento para pesquisa e troca de informações com a sociedade.
A alteração parece simples, mas simboliza uma nova onda de modernidade e abertura de um canal sem limites, direto e instantâneo, de contato entre a sociedade e o poder público. Simboliza ainda a possibilidade de ampliação de um elo, em plataforma virtual, entre o governo e todos os municípios do Estado, todos os cidadãos conectados.
Elis tinha razão: o novo sempre vem. E ele inevitavelmente chega tanto aos departamentos de um governo em constante crescimento, quanto na esfera política e ideológica. Isso me faz lembrar de um artigo que a jornalista Lúcia Hippolito postou, no fim de novembro, em seu blog. Nele, Lúcia fala sobre a necessidade de um novo discurso, de novas bandeiras no ambiente político brasileiro, de personagens interessados em discutir o futuro, evitando comparações improdutivas a respeito do passado.
O Brasil tem pressa e quer caminhar para a frente, com governos e pessoas que tenham valores éticos, interessadas em agregar, sem desvalorizar adversários. O novo sempre vem. E se o destino determinar mesmo a sua vinda, nada poderá retardá-lo mais...

Comentários(1)
Junior | 25/08/2010 | 17:38 A frase não é de Elis, e sim de Belchior. Ela apenas interpretava a letra do cantor cearense. O crédito, ao me ver, deve ser dado ao compositor e não à interprete, por mais consagrada que seja. Já pensou se atribuíssimos a frase "Eu prefiro ser essa metamorfóse ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo" ao Lula? A frase é de Raul Seixas, não do ex metalúrgico.
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