|
|
|
| |
|
|
|
| |
|
|
Rio de Janeiro, 15 de Maio de 2009 |
|
|
Correio Braziliense , 19 de Dezembro de 2001 |
| |
|
|
|
|
|
 |
|
 |
|
Por Avanços
Por Ana Vasco, 30 de Outubro de 2009, 03h23
Tamanho da letra:


"Tivemos um período no Brasil de muitos avanços
desde o governo do presidente Itamar Franco,
com a elaboração e concepção do Plano Real,
com Fernando Henrique ainda no Ministério da Fazenda.
Depois com a sua consolidação, com Fernando Henrique
já presidente da República. Ali, garantimos a estabilidade,
modernizamos a nossa economia, construímos os marcos reguladores
da macroeconomia, que felizmente, até hoje, são mantidos.
Iniciamos os programas de distribuição de renda, criamos
a Lei de Responsabilidade Fiscal - com muita luta,
porque tivemos a oposição ferrenha do PT, que, felizmente,
demonstrando uma grande evolução, agora compreende a sua importância.
Veio o governo do presidente Lula em um momento muito positivo
da economia internacional, com reflexos internos.
Ele avança nos programas sociais, mas deixa por fazer
algumas reformas extremamente importantes.
Mas uma eventual candidatura minha deixa de lado o retrovisor.
Ela só tem o parabrisa, ela olha para frente para compreendermos
o que ficou por fazer e como construirmos uma grande e nova aliança
para fazer aquilo que não foi feito.
Se o partido entender, e é natural que entenda,
que tem uma outra candidatura extremamente competitiva
- e eu a reconheço extremamente competitiva - a que for indicada
pelo meu partido me terá como o seu primeiro soldado,
determinado a levá-la a vitória.
Mas obviamente, o partido respeitará a minha opção
por garantir um forte palanque em Minas Gerais,
para vencermos no Governo do Estado
e vencermos também a Presidência da República"
(Aécio Neves sobre sua disponibilidade
para ser candidato do PSDB nas eleições de 2010)

Comentários(0)
Não existem comentários para serem exibidos
Deixe aqui seu comentário:
|
|
 |
|
|