Um "tantão" mineiro, um pouco carioca e, agora, um "pédaço" baiano.
O coração de Aécio Neves se divide pelos vários locais do Brasil onde ele constrói sua história e seu trabalho é reconhecido.
Na tarde de hoje (3/9), Aécio Neves recebe o título de Cidadão Honorário da Bahia, na Assembléia Legislativa do Estado. O projeto - proposto pelos deputados Elmar Nascimento (PR), Leur Lomanto Jr. (PMDB) e Paulo Azi (DEM) - foi aprovado por unanimidade na Casa. O Aécio Blog conversou com o deputado Leur Lomanto sobre a concessão desse título:
AB - Deputado, o que motivou a elaboração do projeto?
O projeto é uma forma de homenagear a história política, a dedicação, a representatividade nacional, a grande figura humana que é Aécio Neves, o governador de Minas.
AB - Qual a relação de Aécio com a Bahia?
Essa relação está na essência de seu contato sempre afetuoso com os baianos, estabelecido nas vezes em que visitou nossa terra e que criou, nela, ricas oportunidades de relação. Lembro que, quando eu ainda era garoto pude conhecê-lo e compartilhar de sua presença em clima de grande amizade e companheirismo com o meu pai Leur Lomanto, que foi seu colega na Câmara Federal.
AB - Qual a sua impressão sobre Aécio Neves, seu trabalho e sua história?
O governador Aécio é um modelo de inspiração para os jovens políticos deste país.
Vale destacar a sua marcante passagem em todas as frentes, como, por exemplo, a sua trajetória na Câmara Federal, onde com simpatia e competência conquistou a todos, conseguindo ser eleito presidente daquele Legislativo. Seu currículo é admirável e o reconhecimento do povo mineiro, que o elegeu com uma vitória histórica e que mais uma vez confiou em seu trabalho reelegendo-o em 2006, é a maior prova disso.
A história de Aécio demonstra a sua vontade política de sempre levar melhorias ao povo de Minas e a todo o país. Um traço expressivo de sua personalidade é a dedicação à vida pública.
Ressalto, entre as passagens importantes de sua carreira, o seu mandato na Câmara Federal, onde ajudou a instituir o voto aos 16 anos, e a sua ascensão ao governo do Estado mineiro, onde iniciou o "choque de gestão", com a filosofia do equilíbrio financeiro e os investimentos na gestão de pessoas e em setores importantes como educação e segurança.