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Ouro Preto, 21 de Abril de 2009 |
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Correio Braziliense , 19 de Dezembro de 2001 |
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Histórico
Imagens do Dia
Por Ana Vasco, 3 de Novembro de 2009, 23h09

O trabalho integrado, com compartilhamento de recursos e de esforços,
entre o governo de Minas e as prefeituras do Estado
é uma prática comum na gestão de Aécio.

Um grupo, composto por técnicos da área de saúde do Estado e da Prefeitura,
líderes comunitários da região do Barreiro, vereadores e deputados estaduais,
esteve no Palácio, durante a assinatura do convênio.
É a participação real de representantes da sociedade
em um projeto que pertence a todos.

E aqui está a maquete do Hospital Metropolitano do Barreiro,
que foi projetado para se destacar como uma instituição
moderna, dinâmica e ambientalmente correta.
Parcerias do bem
Por Ana Vasco, 3 de Novembro de 2009, 22h48
Aécio Neves recebeu, novamente, no Palácio da Liberdade, na tarde de hoje (3/11), o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda. Dessa vez, o encontro foi para a assinatura de um convênio para elaboração do Hospital Metropolitano do Barreiro. O investimento, orçado em 2,3 milhões, será dividido entre o governo de Minas e a prefeitura. A previsão é que o hospital comece a funcionar no primeiro semestre de 2012, com capacidade de atendimento diário de 400 a 500 pacientes, vindos da região do Barreiro, da região Oeste de Belo Horizonte e de municípios vizinhos.

Durante a solenidade, Aécio Neves ressaltou a importância do trabalho em conjunto, para o bem da sociedade. “Hoje estamos percebendo de forma muito clara como é bom para a população, quantas vantagens tem a população, quando você planeja conjuntamente, quando se tem estratégias comuns que permitem um ganho de tempo, uma otimização dos recursos financeiros nos esforços de todos nós”, disse.

Resultado da Enquete - Qual destes políticos deu o apoio que foi decisivo para Aécio em sua campanha para a presidência da Câmara, em 1999?
Por Ana Vasco, 3 de Novembro de 2009, 01h33
Dessa vez, a maioria acertou a enquete! Foi a partir de uma conversa com o então governador de São Paulo, Mário Covas, que Aécio Neves sentiu que tinha condições e apoio suficiente para apresentar seu nome como alternativa para a presidência da Câmara dos Deputados, na sucessão de Michel Temer, em 1999.
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Mário Covas: praticamente o padrinho de Aécio em sua candidatura pela presidência da Câmara.
Mário Covas perguntou a Aécio se ele tinha a unidade da bancada e disposição para enfrentar a resistência do seu partido e do governo. Após a resposta afirmativa de Aécio Neves, Covas garantiu a ele todo o seu apoio para a candidatura. E ter o aval de um dos fundadores do partido e um dos grandes nomes da política nacional, foi para Aécio, naquele momento, o maior estímulo para o desenvolvimento do projeto.
Vale lembrar que todos os outros nomes da lista - Itamar Franco, Marconi Perillo e Tasso Jereissati -, bem como outros importantes políticos do PSDB, apoiaram declaradamente Aécio Neves após a oficialização de sua candidatura.
Qual destes políticos deu o apoio que foi decisivo para Aécio em sua campanha para a presidência da Câmara, em 1999?
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| Itamar Franco |
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34% |
| Mário Covas |
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51% |
| Tasso Jereissati |
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11% |
| Marconi Perillo |
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3% |
Querem Sabotar o Brasil
Por Ana Vasco, 2 de Novembro de 2009, 20h27
Há quem acredite que a forma mais fácil de enfraquecer os adversários é “sabotando” oportunidades de crescimento, plantando dúvidas, gerenciando boatos, alimentando a discórdia, sugerindo a desistência. Afinal, tantas vezes isso já deu certo. Por motivos políticos, nossa juventude já foi taxada de comunista, drogada, violenta, subversiva. “Disciplina e decoro” foram as máscaras de um discurso que queria incutir a mentira e o medo. Mas o método de crítica e desvalorização de quem não defende os ideais semelhantes, típico de tempos de ditadura, não ficou restrito a um período histórico. Caminhou pelo tempo e até hoje submete a política à hipocrisia, à malandragem, à chantagem, à falsidade e à manipulação.
E quem não se lembra de fatos marcantes relacionados a isso? Poderia enumerar dezenas, mas vou me ater a uma história. Algum tempo após Tancredo Neves assumir a sua candidatura oficial para a disputa da Presidência da República, em 1984, aconteceu uma situação muito estranha em Brasília. Um dia, a cidade amanheceu coberta de cartazes vermelhos, com a caricatura de Tancredo, ao lado de uma foice e de um martelo, com os dizeres: “PCB – Chegaremos Lá”. O episódio, sem explicação convincente, ocorreu também em Goiânia, Salvador e em outras capitais. Quem afinal teria interesse em associar a imagem de Tancredo ao radicalismo e à dissimulação? Dessa vez, o povo brasileiro rejeitou a “sabotagem”. Mas muitas outras, na nossa história recente, deram certo e servem como estímulo para quem gosta da política mais suja.
Na revista Veja desta semana, o colunista Diogo Mainardi dá um conselho ao PSDB: sabotem o PT. Como? Unindo os dois pré-candidatos do partido em chapa única. Essa é a força da oposição, juntos eles podem mais, podem tudo. Balela! O Brasil quer a união real de propósitos e de forças políticas – de esquerda e de direita – que hoje são antagônicas, por um projeto mais amplo, que envolva toda a sociedade. O Brasil não aceita mais sabotagens.
No passado, tentaram “sabotar” Tancredo e muitos outros. Hoje, espera-se que outras “sabotagens” fortaleçam possibilidades. Mas no fundo, todos se esquecem que esse tipo de estratégia pode voltar-se contra o Brasil. Que as “sabotagens” extirpam da política o seu poder mais nobre, de aglutinar, sustentar ideais.
Aécio quer mais do que cargos ou poder de mando. Quer ser o presidente que irá promover as reformas estruturais que o Brasil espera há mais de 20 anos. Aécio quer trabalhar, com lideranças, partidos e com a sociedade, por um país melhor - economicamente forte, com compromisso social, bem gerenciado e sem polarizações partidárias. Ele quer lutar por sonhos que transcenderam gerações. Sem divisões, ciladas, sem “sabotagens”, sem precisar provar constantemente que ele não é o “subversivo” que gostariam que ele fosse – para que a derrota ou a desistência se torne possível.
Pela verdade, pelos avanços, pela união, pela ética e pelo Brasil, eu sou mais Aécio. E você?
PSDB quer definição
Por Ana Vasco, 2 de Novembro de 2009, 20h23
Em entrevista para o jornal Folha de S. Paulo, publicada neste domingo (1/11), o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, explica que o partido começa a ter pressa por uma definição de seu candidato às eleições de 2010. Ele garante que, mesmo sem ter as alianças estabelecidas e o candidato escolhido, o PSDB tem um programa melhor para apresentar e grandes chances de vencer.
"Aécio tem 90% de aprovação em Minas,
capacidade de mobilização e de aglutinação.
Na verdade, setores que hoje não estão na nossa aliança
não escondem preferência por ele. Onde vai é bem recebido."
(Sérgio Guerra, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo)
Leia a entrevista completa aqui (exclusivo para assinantes)
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