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Oposição é Ética
"Mais do que importante, a existência da oposição, sua persistência na luta pelo poder e na crítica ao poder estabelecido são fundamentais para o bom funcionamento da Democracia."

Brasília, 9 de Agosto de 2000

Artigos
A Construção de Oportunidades
"Não podemos pensar em desenvolvimento para o Brasil e perspectivas para nossos jovens sem o pilar da educação."

Jornal O Globo, 3 de Janeiro de 2008
 
Imprensa em destaque
Aécio é o melhor governador do Brasil, de acordo com ranking do Datafolha.

Reportagem da Revista Isto É mostra que quem conhece, quer Aécio

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Histórico

A Linha de Aécio
Por Ana Vasco, 10 de Novembro de 2009, 000h15

Aécio Neves tem apresentado, para o PSDB, a possibilidade de um posicionamento diferente na disputa presidencial de 2010. Na tarde de ontem (10/11), em uma palestra para empresários do Lide (Grupo de Líderes Empresariais), em São Paulo, ele reforçou qual é a linha que o conduzirá, como pré-candidato do partido, em alternativa à assumida por algumas lideranças da oposição - e pelo governo -, até então.

"Não estaremos, em 2010, dizendo sim ou não ao governo Lula. Estaremos escolhendo o futuro. O futuro que, para alguns, virá apesar do presidente Lula. E para outros, por causa do presidente Lula. O que importa é discutirmos o que virá depois dele. O conceito pós-Lula é a nossa resposta, é a minha resposta, à armadilha da eleição plebiscitária", reforçou Aécio, em seu pronunciamento.

Aécio não se dispõem a fortalecer um sistema político polarizado, a criticar adversários ou comparar governos passados. Ele quer discutir o futuro, projetos concretos, e trabalhar com alianças amplas, que gerem a possibilidade do poder compartilhado.

"Gostaria, até pelas relações que tenho, de fazer esse chamamento a uma nova convergência nacional, uma nova construção a favor, não desse ou daquele governo, mas a favor do país. Acho que o Brasil estaria maduro para viver um 2010 diferente do que viveu nas quatro últimas eleições presidenciais", explicou Aécio, em entrevista após o evento.

Agora, o PSDB tem também a oportunidade de escolher a linha que deverá assumir no embate eleitoral de 2010. A mesma que o governo pretende seguir - a do reforço à polarização - ou a da convergência política. É preciso pensar bem, sem adiar muito as decisões definitivas, pois o Brasil tem pressa.

 



Pelo Brasil
Por Ana Vasco, 9 de Novembro de 2009, 19h15

Aécio Neves participou hoje (9/11), em São Paulo, do debate “Uma nova Perspectiva para o Brasil", promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais (Lide). O evento contou com a participação de 326 empresários de todas as regiões do país. Em sua palestra, Aécio discorreu sobre o cenário do Brasil atual e sobre os maiores desafios políticos que se apresentarão, para a sociedade e para os gestores públicos, após a administração do governo Lula.




Foto: Wellington Pedro/Imprensa MG


 

Veja aqui o pronunciamento de Aécio Neves, na íntegra:
 


E os principais trechos do discurso:

São Paulo

"Não há como estar em São Paulo sem ser tocado pelo sonho do pleno crescimento, com desenvolvimento. Mais do que a poderosa locomotiva que alavanca a economia nacional, aqui, como em Minas, o Brasil se encontra - vivo, trabalhador, ousado, pronto para ocupar, cada vez mais, o seu lugar no mundo. Daqui, podemos olhar adiante e responder, a nós mesmos, que podemos ser o Brasil que queremos e sonhamos.
E nunca estivemos tão perto dele."



Oportunidades necessárias

"Somos, meus amigos, na inteligência e no sentimento de nacionalidade, um país sem dissensões. O que nos falta, ainda, é a igualdade de oportunidades, escolas de boa qualidade e um definitivo e emancipatório programa de distribuição de renda."


Descentralização


"Quase 70% de tudo que se arrecada no país ficam sob a guarda direta do governo central.
Como, então – pergunto - ser o país das oportunidades, se elas florescem distantes de Brasília, mas é lá que permanecem os recursos, submetidos à uma única lógica e poder de decisão? Tenho dito que precisamos de um projeto nacional que liberte das amarras não apenas o Brasil do Sudeste, mas o Brasil do Norte e do Nordeste, do Sul e do Centro-Oeste. E que nos permita, de forma descentralizada, transformar nossas riquezas em bens sociais, renda, oportunidades, e desenvolvimento. Para encontramos o pleno desenvolvimento, o justo desenvolvimento, precisamos criar condições para que cada região brasileira transforme suas vocações e competências em progresso, distribuído de forma equânime, democrática e, portanto, socialmente justa e pacífica."



Desenvolvimento com consenso

"Podemos e devemos construir novos consensos a partir do que nos aproxima, e não simplesmente descartá-los, sem diálogo, como conseqüência do embate sobre o que nos distancia. Em que pesem nossas diferenças – e é natural que elas existam -, podemos e devemos convergir pensando primeiro no país. Especialmente no desenvolvimento de políticas públicas que são essencialmente políticas de Estado. Não pertencem aos governos e muito menos aos partidos. A educação é uma delas. E seguramente é a mais importante."



Progresso com gestão

"Entendo, senhoras e senhores, que é hora de compartilhar com o País - estados, regiões e municípios, forças produtivas e a população, esses grandiosos desafios e os nossas melhores esperanças. Precisamos caminhar todos em uma mesma direção, nestas questões que nos são básicas, para que possamos sonhar com um outro patamar. É com esse olhar sobre o futuro que enxergo um novo cenário possível para todos os brasileiros. Um cenário no qual, por exemplo, deixe de existir a pretensa incompatibilidade entre a boa gestão, a responsabilidade administrativa e as políticas sociais."



Choque de Gestão

"A boa governança é base para políticas sociais realmente transformadoras da realidade. E esta é a essência do que chamamos, no nosso estado, de ‘choque de gestão’. Ele jamais foi um fim em si mesmo, mas o caminho para que essa densa transformação ocorresse. Com ele, ousamos desafiar o senso comum de que o Estado é sempre sinônimo de ineficiência, desperdício, corrupção e desrespeito ao cidadão-contribuinte. Para fazer tudo isso, partimos de uma base simples, mas altamente mobilizadora: gastar menos com o governo, com a máquina pública, para investir mais nas pessoas, na população."


Meio Ambiente e Sustentabilidade

"Falo antes das mudanças climáticas, do aquecimento global, da recente escassez de água, da perda da biodiversidade e da fome que se alastra em grandes regiões do planeta já não são mais ameaças, mas problemas reais e sem fronteiras, que precisam ser enfrentados com responsabilidade e urgência. Não poderemos mais, por imperativo de sobrevivência da civilização, tomar decisões sem considerar o paradigma da sustentabilidade, sob pena de naufragarmos, juntos, na fragilidade social e ambiental do mundo que está sendo construindo. Hoje, em Minas Gerais, temos apresentado ao país, a nossa matéria energética como, talvez, a mais limpa do país, onde 98,5% da energia gerada é energia limpa."


Organização e Participação Social

"Entre 124 países pesquisados no mundo, somos o oitavo em desigualdade. Ela é superior no Brasil que em 90% dos países com economias equivalentes à nossa, o que condena à exclusão uma imensa parcela da população. É verdade que reconquistamos a democracia, com o sacrifício de inúmeros brasileiros. Mas também é verdade que ainda não alcançamos uma organização social, administrativa e política que garanta a todos os cidadãos os direitos que uma autêntica democracia deve respeitar. Hoje, estamos ainda limitados à representação política formal, que muitas vezes reproduz e acentua a distância entre o estado e a sociedade. Se falta ao Brasil esse sentido de ampla participação, também tem faltado, em todos os níveis do setor público, um parâmetro mais elevado de eficiência, além de um inadiável compartilhamento de responsabilidades. Por esse motivo, temos insistido tanto na proposta de que a gestão pública de qualidade deve ser o primeiro item na agenda nacional de debates, neste momento da vida nacional."


Programas Sociais

"Se é nosso dever estimular a economia, não podemos inflar expectativas, com lançamento de programas que se sucedem, mas não se realizam em plenitude, não porque lhes faltem recursos, mas porque foram moldados sob o signo do improviso, da ausência de planejamento e - de novo – do necessário compartilhamento de responsabilidades. Temos que repensar as políticas públicas nacionais, para torná-las mais efetivas e capazes de contemplar os diferentes segmentos da sociedade, com a imprescindível articulação entre os níveis nacional, estadual e municipal de governo com as forças privadas."


Avanços

"Precisamos avançar. Ninguém questiona que é preciso agir para diminuir o impacto da pobreza. E falo isso com a propriedade de quem governa um estado que, com alianças entre governos e as forças privadas, conforme já citei, vem conquistando importantes resultados nesse campo. Devemos, no entanto, aos brasileiros muito mais que isso. É hora de redefinir as formas de articulação entre o desenvolvimento econômico e o desenvolvimento social. Romper com a concepção meramente desenvolvimentista, para reconhecer que o desenvolvimento social não decorre automaticamente do crescimento econômico. Como endossar essa crença, se temos assistido – ao longo de décadas – o alargamento do fosso que separa o sudeste e o sul de outras regiões brasileiras? Precisamos garantir, como prioridade máxima, que o crescimento da economia promova ganhos reais e sustentáveis para os brasileiros, mas para todos os brasileiros. Para fazer isso, não podemos tratar de forma igual o que é diferente. Tratar de forma igual o que é diferente, é acentuar as diferenças."


História

"Acredito que no futuro não muito longínquo, quando o atual cenário político-econômico do Brasil for analisado sem as paixões eleitorais, sem as influências de uma campanha ou sem as vinculações partidárias. O período que se inicia com o governo Itamar Franco e a concepção do Plano Real, já o presidente Fernando Henrique no Ministério da Fazenda, passando por todo período do presidente Fernando Henrique, com a modernização da economia, com a privatização de setores estratégicos, com a consolidação do arcabouço macro-econômico, com metas de inflação, com o câmbio flutuante, com superávit primário, com a criação e aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal – marco definitivo na gestão pública desse país – e o início dos programas sociais, continuado pelo governo do presidente Lula, que num momento de expansão enorme da economia internacional, avança nos programas sociais. Esse período, portanto, de cerca de 18 anos, será no futuro compreendido como um só período da vida nacional, porque não houve ruptura. "


Convergência

"Mais importante do que ficarmos aqui discutindo a paternidade desse ou daquele programa ou buscando comparações artificiais, porque os cenários eram distintos entre esse ou aquele governo, o que nos cabe nesse momento, aos homens e mulheres de bem que se preocupam com o país, é pensar no que ficou por fazer. É compreender a melhor forma de fazê-lo e como construir a nova convergência que nos permita, superar gargalos que, infelizmente, mesmo no momento propício desses últimos seis anos, não foram superados para que o Brasil possa, aí sim, crescer numa velocidade muito maior do que a atual."


Força da Oposição

"Há algum tempo lancei a idéia de que o próximo governo deveria ser um governo pós-Lula. Alguns não compreenderam. Com esse conceito pretendia resumir algumas questões que considero absolutamente cruciais. Primeiro, a minha visão pessoal de que a oposição tem plenas condições de vencer o próximo pleito. Segundo que, para isso, precisamos vencer várias armadilhas que vêm sendo colocadas no caminho. Acredito que a gestão mais complexa em um governo não é a administrativa, nem tampouco a econômico-financeira. É certamente a Gestão Política. Nas duas primeiras pode-se inclusive partilhar a autoridade, delegar responsabilidades. Na Gestão Política não. A autoridade do chefe do poder executivo é indelegável. Essa autoridade, ao meu ver, tem que ser essencialmente democrática, coletiva e incorporadora, de forma a construir a maior base possível de consensos. Só a partir deles é que verdadeiramente conseguiremos avançar."



Pós- Lula

"Não estaremos, em 2010, dizendo sim ou não ao governo Lula. Estaremos escolhendo o futuro. O futuro que, para alguns, virá apesar do presidente Lula. E para outros, por causa do presidente Lula. O que importa é discutirmos o que virá depois dele. (...) O embate está começando e a oposição tem de invertê-lo já, para que não seja iludida por um processo eleitoral que afirma desde já tais desequilíbrios. O conceito pós-Lula é a nossa resposta, é a minha resposta, à armadilha da eleição plebiscitária."



Projetos Compartilhados

"Saibam os senhores que não avançaremos nos amesquinhando em torno de projetos pessoais. Só avançaremos quando considerarmos a tarefa de construção do Brasil uma tarefa e uma responsabilidade de todos. De todos e de cada um de nós, brasileiros. (...) Nos ensinava o presidente Tancredo: Pátria é tarefa diária. Diária, coletiva e compartilhada!"



Confissões

"Acredito que nada revela tanto acerca de um homem quanto as suas crenças. Mais do que os sonhos e os propósitos são as nossas crenças que nos definem de forma mais verdadeira. Porque os sonhos inspiram o inicio da nossa caminhada e os nossos propósitos nos aguardam no final dela. Mas são as nossas crenças, as nossas companheiras de viagem. São elas que definem os caminhos que escolhemos e que terminam por nos definir. Pois hoje, 27 anos depois de ter iniciado a minha vida pública; Depois ter sido parlamentar por 16 anos; 4 vezes líder do meu partido; Depois de ter sido também presidente da Câmara dos deputados; E duas vezes governador dos mineiros; Eu gostaria de dizer aos senhores que eu...
Acredito na política.
Acredito na atividade política como instrumento de transformação da nossa sociedade e acredito que ela possa ser exercida com ética, coragem e respeito.
Por mais que existam dias em que, diante de tantos desatinos, a simples sobrevivência dessa crença me pareça um milagre...
Por mais difíceis que sejam alguns dias...
Por mais absurdos que outros possam ser...
Por mais que, em consequência da exposição da nossa atividade por muitas vezes deixemos de ser vistos como seres humanos e sejamos confundidos com os projetos que representamos... Ainda assim continuo acreditando na atividade política. Milton Campos, grande governador mineiro, costumava dizer que em Minas sempre haverá um palmo de chão limpo onde os homens de bem possam se encontrar. Acredito que deveria ser esse, sempre, o cenário da ação política: homens e mulheres de bem, reunidos sobre o chão limpo do respeito, da coragem e da ética. É nisso que acredito. É essa a política que faço. É essa a causa a que tenho dedicado a minha vida."



Por Amor e Sonhos
Por Ana Vasco, 8 de Novembro de 2009, 23h55

A política pode ser um instrumento de agregação de forças, de partilha, de solidariedade para o bem comum; ou pode ser um meio utilizado, legitimamente, para a conquista do poder, da soberania e do centralismo. A responsabilidade de trabalhar com a política para fazer o bem social é enorme, mas não depende unicamente de desejos ou de intenções. Para trilhar esse caminho, com responsabilidade, um indivíduo precisa ter, sobretudo, experiência, princípios e consciência de que esse não é um projeto para se executar só.

Aécio Neves é o bom exemplo de alguém que sabe dar à política o seu valor real. Ele nasceu em uma família acostumada ao meio político e a cultivar sonhos grandes em relação ao país. Um grupo de pessoas que compartilhava desejos, respeitando eventuais divergências, pregando o entendimento e a tolerância, para somar e ir além. O seu grande mestre na arte da conciliação, a linha forte que costurava a união, dentro e fora de sua casa, foi Tancredo, que dividia com dona Risoleta a responsabilidade de ensinar aos filhos e netos a importância de deixa-se guiar por seus valores.

Já sem o avô, logo depois de entregar-se inteiramente à política, Aécio Neves percebeu, dentro de casa, sua grande parceira - Andrea Neves da Cunha, sua irmã mais velha, que até então havia tomado direções bem distintas às dele. A amizade divertida e trôpega da infância, se solidificou na vida adulta, com o apoio mútuo e a cumplicidade que foram as mais importantes lições das primeiras décadas de suas vidas.

 

O cantor Rogério Flausino, Aécio e sua irmã, Andrea Neves,
no lançamento do projeto "Vozes do Morro", em Belo Horizonte

Foto: Wellington Pedro/Imprensa MG


A política de alianças, de agregação de forças, que se atesta em toda a trajetória pública de Aécio Neves começou no espaço privado, na troca de saberes e na humildade da escuta mútua. Andrea é de Aécio uma companheira e amiga, que com ele compartilha sonhos e, principalmente, o mesmo senso de responsabilidade e a coerência de princípios.

Atualmente, Andrea ocupa, no governo de Minas, o espaço de uma "primeira-dama". É a presidente do Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e coordenadora do Grupo Técnico de Comunicação. Tímida, de temperamento bem distinto ao do irmão, Andrea abdica, na política, de papéis de destaque, para ser companheira e incentivadora de Aécio.

Com cumplicidade e seriedade, Aécio e Andrea carregam juntos os compromissos de Tancredo com a vida e com o país. E dividem princípios semelhantes. Eles não abrem mão de sua união, pois aprenderam, com a história, que só com alianças e partilha é possível conquistar avanços e fazer a vida ter valido a pena, no final do trajeto. Juntos, como cidadãos, dedicando-se à boa política, descentralizada e solidária, eles podem muito mais, pelos sonhos que todos nós temos... e que são, como o amor entre eles, do Tamanho do Brasil.



Memória
Por Ana Vasco, 8 de Novembro de 2009, 000h31



Aécio Neves com sua filha, Gabriela, no Mineirão, em Belo Horizonte


"Ela é o que há de mais vital na minha vida"

(Aécio, sobre Gabriela. Revista Isto é Gente, set. 2002)



O Brasil tem pressa
Por Ana Vasco, 7 de Novembro de 2009, 000h02



Minas Aprova
Por Ana Vasco, 5 de Novembro de 2009, 21h34




"Temos uma aliança extremamente ampla em Minas Gerais.
Obviamente, trabalharei para que essa aliança possa ser
a mais sólida possível para sustentar o projeto presidencial
encampado pelo PSDB. Aqui não tenho dúvidas que teremos
uma possibilidade muito concreta de vitória, porque Minas Gerais
tomou um caminho que a população aprova.
As avaliações estão aí durante todo mandato.
E as pessoas terão que dizer em um determinado momento,
ou irão dizer se querem a continuidade desse projeto, seu avanço,
o seu aprofundamento ou se querem a sua ruptura.
E espero que a resposta vá na direção da primeira opção:
a continuidade de um projeto ousado no campo da gestão pública,
absolutamente inovador no que diz respeito às prioridades do Estado,
com um enorme foco social, porque investimos nas regiões mais pobres,
per capita, o dobro do que investimos nas regiões mais ricas do Estado.
E Minas se transformou, está aí para quem quiser ver.
Isso será um componente importante no momento da eleição."

(Aécio Neves, em entrevista, na tarde de hoje, em Belo Horizonte)



Imagens do Dia
Por Ana Vasco, 5 de Novembro de 2009, 21h13

Aécio analisa o cronograma das obras de alargamento da avenida Antônio Carlos
 

A obra, que é imensa, começou no início deste ano e será entregue em março de 2010.
 



Mais uma parceria dá certo em Minas, com gestão de excelência e planejamento.



Obras de Minas
Por Ana Vasco, 5 de Novembro de 2009, 20h08

Aécio Neves e o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, fizeram hoje (5/11) uma visita surpresa às obras de alargamento da avenida Antônio Carlos, uma das principais vias de acesso à região norte da capital mineira. Depois de conferir as etapas cumpridas, Aécio disse estar satisfeito com o andamento e a qualidade do projeto e marcou para o final de março a conclusão dos trabalhos.




As obras da avenida Antônio Carlos são essenciais para o projeto de infraestrutura para a realização da Copa de 2014, em Belo Horizonte. Isso porque a avenida também é a principal ligação entre a região central da cidade e o Mineirão, o mais importante estádio de Minas.  Pela avenida circulam, diariamente, 85 mil automóveis. Além de permitir um fluxo mais rápido de veículos, o alargamento da via também irá proporcionar maior segurança para os pedestres e tornar mais bonita toda a área adjacente à avenida. Após as alterações, serão plantadas 1,5 mil mudas de árvores para atender ao projeto paisagístico.




 

"O governo do Estado, com essa extraordinária parceria
com a prefeitura municipal, tem avançado muito
naquilo que é de sua responsabilidade.
Esperamos que possamos ter também
os investimentos federais, para que Minas Gerais, de forma exemplar,
possa se apresentar em 2014 como a primeira cidade
atendendo todos os requisitos não apenas de infraestrutura esportiva,
mas de mobilidade, de saúde, de segurança, visando a Copa do Mundo."

(Aécio Neves, durante a visita às obras da avenida Antônio Carlos)



Mais para Minas
Por Ana Vasco, 4 de Novembro de 2009, 23h35

Após uma reunião com Murilo Barboza, presidente da Infraero, na tarde de hoje (4/11), Aécio Neves anunciou a ampliação do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Com uma ampla reforma, que envolverá desde a ampliação da pista atual até a construção de um novo terminal, estima-se que o tráfego de passageiros por ano, que é de 5 milhões de pessoas, passe para 12 milhões, até 2013.

O plano de ações que começa a ser executado agora - a partir do comprometimento de disponibilização da verba, pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - partiu de uma reivindicação que Aécio Neves fez, em agosto, ao governo federal.
 

Aécio e Murilo Barboza, presidente da Infraero, falam com a imprensa, após reunião.

Foto: Wellington Pedro / Imprensa MG

Leia mais aqui

 



O Brasil tem Pressa
Por Ana Vasco, 3 de Novembro de 2009, 23h30




"Estou animado com a perspectiva de o PSDB poder antecipar
um pouco esse processo (de escolha do candidato).
Há um sentimento no partido de antecipação desse prazo e
continuo com a minha posição absolutamente clara.
Até o final do mês de dezembro contem comigo.
Considero que março é um prazo extremamente tardio,
para que nós possamos construir essa aliança mais sólida.
Muitas vezes em uma eleição, você ganha
exatamente nas articulações prévias, na construção da aliança
que vai sustentar o seu discurso, que vai sustentar as suas propostas".

(Aécio Neves, sobre o seu interesse em antecipar
o prazo para a definição do candidato do PSDB às eleições de 2010)

Leia mais sobre a pré-candidatura de Aécio aqui




Página 5 de 6
Frase da Semana
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Aécio Neves, 19 dez.
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