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"Aprendi desde cedo a entender o Parlamento como o alicerce do sistema republicano, condição essencial do estado democrático. "

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"Com governos regionais comprometidos com a estabilidade monetária, podemos gerar melhorias na gestão pública, com impactos na estrutura e na qualidade do gasto e na eficiência econômica."

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Aécio é o melhor governador do Brasil, de acordo com ranking do Datafolha.

Reportagem da Revista Isto É mostra que quem conhece, quer Aécio

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Histórico

Lições de Tancredo
Por Ana Vasco, 10 de Outubro de 2009, 23h53

Nesta semana, o jornalista Augusto Nunes publicou, em seu blog, mais uma das lições que aprendeu com o avô de Aécio, Tancredo Neves, quando esteve ao seu lado, nos últimos anos de sua trajetória política.

Com seus textos, bem temperados e recheados com o humor sofisticado de Tancredo, Augusto Nunes nos leva a pensar no quanto as lições desse personagem fantástico da história do Brasil podem ser aplicadas nos tempos atuais...

Nesta quinta lição, Augusto Nunes nos conta sobre as dificuldades para se atuar na política e saber lidar, ao mesmo tempo, com as intrigas e as condições desfavoráveis criadas por aqueles que temem os processos democráticos.

Quer saber logo qual é a lição?

"Um acordo entre contrários é muito mais difícil do que uma vitória eleitoral"

Vale pensar sobre isso... Depois de tirar daí o recado mais óbvio, interpreto à minha forma, menos simplista e rasa. É preciso entender que muitas vezes os maiores opositores de alguém disposto a trabalhar com seriedade podem ser os que permitem que ele atue, mas dentro de limitações e condições inflexíveis, que essas mesmas pessoas estabelecem, seguindo critérios restritos. Como identificar esses indivíduos? Eles sempre correm por caminhos inversos ao da democracia ampla e da liberdade pessoal... Um acordo entre esses contrários é realmente muito difícil. Foi assim na história registrada por Augusto Nunes...

Para quem quer aprender um pouco sobre a "política do bem", feita com leveza e uma boa pitada de ironia, sugiro que navegue pelos textos de seu blog:


Lição nº 1 -"Fazer visita é bem melhor que ser visitado"

Lição nº 2 - "Não se tira o sapato antes de chegar ao rio. Nem se vai ao Rubicão para pescar"

Lição nº 3 - "Escolher o adversário, às vezes, é muito mais importante que escolher o aliado"

Lição nº 4 - "Só examine a espuma depois que as ondas pararem de bater"

Lição nº 5 -"Um acordo entre contrários é muito mais difícil do que uma vitória eleitoral"



Espaço da Política
Por Ana Vasco, 9 de Outubro de 2009, 20h50

Você quer conhecer o gabinete do governador de Minas Gerais,
no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte?
Em setembro, conseguimos registrar esse momento,
durante uma reunião entre Aécio Neves e o secretário de Estado
de Transportes e Obras Públicas, Fuad Noman.

 


"Eu tenho um orgulho enorme de fazer o que eu faço - de dizer que eu sou político sim -, porque tenho a dimensão exata do que significa a política.
A política exercida com seriedade, na dimensão que presisa ser exercida.
Porque é a boa política que vai nos permitir construir
uma cidade, um país, um estado,
numa sociedade mais justa."

(Aécio Neves, em entrevista ao Programa Conexão Roberto D Ávila,
na TVE Brasil, 17 de setembro de 2004)



Minas na rota dos investimentos árabes
Por Ana Vasco, 8 de Outubro de 2009, 18h42

Mais uma vez, Aécio Neves encontra fora das fronteiras do estado que administra novos parceiros e potenciais investidores para os projetos de Minas e do Brasil. Na manhã de hoje (8/10), em Abu Dhabi, Aécio foi recebido pela ministra da Economia dos Emirados Árabes, Lubna Al Qasimi, pelo presidente do Departamento de Desenvolvimento Econômico dos Emirados, Nasser Alsowaidi, e pelo sheik Ahmed bin Zayed, presidente do Abu Dhabi Investment Authority (ADIA), um dos maiores fundos de investimentos do mundo, com uma carteira de US$ 1 trilhão.

 

Aécio com Lubna Al Qasimi, ministra de Economia dos Emirados Árabes / Foto: Divulgação


No encontro com Aécio, Lubna Al Qasimi ressaltou que o país gostaria
de ampliar as relações comerciais existentes com o Brasil e implementar novas. 
Ela afirmou ainda que os Emirados Árabes tem especial interesse
em estabelecer relações comerciais com o setor de alimentos
e explicou que o seu país pode ser uma porta de entrada de Minas
para os países da região do Golfo, para a Índia e para outros países asiáticos.



Aécio com Lubna Al Qasimi, ministra de Economia dos Emirados Árabes / Foto: Divulgação



"Estamos colocando Minas Gerais na rota dos investimentos,
hoje, mais expressivos do mundo.
Há um interesse natural pelo Brasil,
em razão das perspectivas novas que se abrem para o nosso país.
E estamos demonstrando que Minas pode ser um porto seguro
e privilegiado para esses investimentos”
(Aécio Neves, após encontro com a ministra dos Emirados Árabes,
em Abu Dhabi, 8 de outubro)
 



Aécio com o sheik Ahmed bin Zayed, presidente do fundo de investimento ADIA
/ Foto: Divulgação


Com o meio-irmão do presidente dos Emirados Árabes, o sheik Ahmed bin Zayed,
Aécio Neves discutiu sobre a possibilidade de aproximação entre os seus países.
Aécio também detalhou para os diretores da ADIA informações sobre as áreas de agronegócio e infraestrutura de Minas; lembrou que o Estado é pioneiro no Brasil nas parcerias público-privadas (PPPs); e salientou que, além de possuir uma economia forte e diversificada, Minas hoje é reconhecida pela moderna gestão da administração pública, que estimula e agiliza parcerias com o setor privado.

Os diretores da ADIA mostraram especial interesse nas áreas de energia,
agronegócio e infraestrutura rodoviária de Minas Gerais.
Aécio colocou a equipe econômica do governo do Estado à disposição
do fundo árabe, para detalhar oportunidades de negócio e possíveis parcerias.




Terno e túnica em jantar nos Emirados Árabes / Foto: Faizal Valappil


No fim do dia, Aécio jantou com o presidente
do Departamento de Desenvolvimento Econômico dos Emirados, Nasser Alsowaidi,
com quem conversou, principalmente, sobre energia e infraestrutura viária.
 

Amanhã (9/10), Aécio acompanha, em Dubai, uma delegação de empresários
organizada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg),
que tem o objetivo de divulgar a moda mineira e pesquisar in loco
as estratégias de negociação com as grandes magazines estabelecidas na região.



Menos um boato
Por Ana Vasco, 7 de Outubro de 2009, 11h35

"Sempre tive com o presidente (da República)
uma relação extremamente respeitosa.
Ele sabe em qual campo político eu atuo.
O PSDB tem dois nomes colocados à Presidência da República.
Vamos discutir no tempo certo de que forma essa decisão ocorrerá.
Tenho tido com o governador Serra a melhor das relações e,
no campo político, somos adversários do presidente Lula.
Se o presidente Lula, obviamente, tiver algum conselho nesse campo,
dará aos seus aliados e não aos seus adversários
até porque ele me respeita e é por isso mesmo que eu o respeito.

 Só aqueles de muita pouca personalidade e nenhuma dimensão política
é que temem conversar com o adversário
e transformar uma conversa numa subordinação.

Minha conversa com o presidente da República será sempre republicana.
Ocorrerá quantas vezes isso for necessário, sobretudo,
quando os interesses do meu Estado estiverem em jogo.
No campo político, eu trabalharei com as pessoas sérias
que estejam no campo das oposições."

(Aécio Neves, sobre os boatos que surgiram após a conversa
que ele teve com o presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva,
em Brasília, na semana passada. Roma, 6 de setembro).



Negócios e Política, em Roma
Por Ana Vasco, 6 de Outubro de 2009, 23h18

Hoje foi um dia de muitos encontros importantes para Aécio Neves, em Roma, na Itália. Para começar, ele se reuniu com o presidente da Terna - Rete Elettrica Nazionale S.p.A (Terna S.p.A), Flavio Cattanio, e com o diretor-geral da Terna Participações, Alessandro Fiocco, para discutir sobre a transmissão do controle acionário da empresa - comprada em abril - para a Cemig, ainda neste mês. Até então, a Terna é controlada pelo governo italiano.

Depois, Aécio foi recebido pelo ministro da Defesa, Ignazio La Russa, que é também presidente do partido do governo, Popolo Della Liberta; com o secretário do Conselho de Ministros, Gianni Letta - um dos principais auxiliares do presidente Silvio Berlusconi; e com o ministro da Economia, Giulio Tremonti. E com eles tratou dos mais variados assuntos, além, é claro, da parceria estabelecida entre a estatal italiana e a empresa de energia de Minas Gerais, a Cemig.

A Terna Participações S.A., empresa adquirida pela Cemig por R$ 2,2 bilhões, atua no mercado de transmissão de energia elétrica e está presente nos estados da Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Em 2008, o faturamento do Grupo Terna foi superior a R$ 400 milhões no Brasil. Com aquisição, a Cemig amplia em 65% sua rede de transmissão.

Com o ministro Giulio Tremonti, Aécio discutiu, ainda, sobre a situação de estabilidade econômica  do Brasil e sobre a necessidade de reformas estruturais, que precisam ser realizadas, independente do resultado eleitoral, em 2010.

O secretário Gianni Letta conversou com Aécio sobre a importância da unidade da Fiat instalada em Minas Gerais, para o Grupo italiano. Tanto Letta quanto Aécio disseram acreditar que a pior fase da crise econômica mundial já passou.

Sobrou tempo até mesmo para Aécio encontrar-se com Píer Ferdinando Cassini, o presidente do UDC, o partido oposicionista ao governo italiano; e com o secretário-geral do partido, Lorenzo César. Aécio já conhecia Píer desde a época em que era presidente da Câmara dos Deputados, enquanto Cassini presidia a Câmara italiana.

 

Aécio com o ministro da Economia da Itália, Giulio Tremonti - Foto: Fabrizio Romiti

Djalma Morais, Flavio Cattanio, governador Aécio Neves e Gianni Letta - Foto: Fabrizio Romiti
 

 

Aécio com o secretário do Conselho dos Ministros da Itália, Gianni Letta,
e com o ministro da Defesa da Itália, Ignazio La Russa
- Fotos: Fabrizio Romiti
 

Aécio com o presidente do UDC (partido oposicionista ao governo), Píer Ferdinando Cassini 
Foto: Fabrizio Romiti

"Tive a oportunidade de conversar com algumas das principais
autoridades políticas da Itália, inclusive, com o ministro da Economia,
com o ministro da Defesa e há, entre todos eles,
uma grande expectativa em relação ao que ocorre no Brasil,
sobre o processo de crescimento por que passa o Brasil.
Não se planeja estrategicamente um investimento
ou parcerias no campo político sem que o Brasil tenha um papel de destaque".

(Aécio Neves, após encontro com os ministros da Itália.
Roma, 6 de outubro de 2009)



O Encanto Possível
Por Ana Vasco, 6 de Outubro de 2009, 15h48

A história de Tancredo Neves, como político e estadista,
é conhecida por todos os brasileiros.
Mas poucas foram as pessoas que tiveram total acesso à vida privada de Tancredo.
Seus filhos e netos fizeram parte desse universo restrito,
que ele protegia como um doce escudeiro.
Para eles, além de ser um grande exemplo, Tancredo foi um amigo,
próximo, acessível e real. Pesquisando sobre essa história, que sempre me
causou imenso fascínio, consegui ter acesso a um artigo,
escrito um ano antes da morte de Tancredo, por Andrea Neves,
irmã de Aécio, e sua primeira neta. No texto, publicado na Revista Vogue,
Andrea, ainda muito jovem, nos apresenta Tancredo pelo olhar familiar,
o homem palpável, que, longe de ter vocação para mártir, era humano, era avô.
Estranhamente, o texto já tem sabor de saudade.
Foi uma despedida antecipada e comovida,
de um homem sem tamanho para seus netos.
    

Contam que ao ler o artigo de Andrea, Tancredo, que viajava para o Rio,
de avião, acompanhado por dona Risoleta, emocionou-se e chorou.
Mas ao chegar em casa e ver Andrea, disse a ela:
- Você não sabe usar as vírgulas.
Naquele tempo, a emoção precisava ser bem guardada
para não perder o seu poder...



Ciro avalia candidatura de Aécio
Blog do Josias

Por Ana Vasco, 5 de Outubro de 2009, 12h40

O deputado Ciro Gomes, do PSB, fez uma análise esmiuçada das pré-candidaturas do PSDB, postada hoje (5/10) no Blog do Josias. De acordo com Ciro, Aécio é um presidenciável muito forte, capaz de criar para as campanhas eleitorais uma situação inédita e promissora.

Josias ressalta os seguintes pontos da reflexão de Ciro:

1) Muitos partidos da base governista, insatisfeitos com o candidato escolhido, com a indicação de Aécio Neves pelo PSDB migrariam para apoiar sua chapa. Afinal, Aécio defende a continuidade com avanços, a alternativa pós-Lula.

2) Aécio tem condições de prevalecer nos três maiores colégios eleitorais: Minas (onde já sai com uma aprovação de quase 80%); Rio (o Estado com o qual tem muita afinidade e uma relação até mesmo sentimental); e São Paulo (onde contaria com o apoio do governador em exercício e de grande parte do tucanato, todos os que se interessam sobretudo pela vitória do partido).

3) No sul do Brasil (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul), os dois atuais pré-candidatos do partido têm chances de se destacar de forma semelhante.

4) No nordeste, ambos podem apresentar dificuldades, porém Aécio reduziria ali os efeitos da derrota, com a boa votação que alcançaria no Sudeste. Além disso, ele não entraria na disputa com a rejeição prevista para um presidenciável que tenha passado por São Paulo. Vale lembrar que o discurso de continuidade do governo de Lula também conta bastante em uma candidatura que busque votos nessa região do país.

 

Foto: Christiano Wilke

Tasso Jereissati, Ciro Gomes, Aécio Neves e Cid Gomes, em encontro no Ceará, em agosto

 

5) Por último, Aécio, sendo o escolhido pelo PSDB, perturbaria até mesmo a candidatura que Lula apoiar oficialmente, visto que Aécio é o menos oposicionista dos tucanos e é mais capaz de eliminar o discurso de polarização de uma campanha. 

E Josias conclui: "por todas essas razões, Ciro acredita que Aécio, hoje empacado no quarto lugar das pesquisas, iria a 2010 com a fisionomia de um favorito". É fácil concordar com Ciro. Difícil é fazer quem se apega a resultados de pesquisas acreditar que, às vezes, arriscar, tendo em mãos avaliações seguras, é bom e necessário...



Resultado da Enquete - Durante a formulação da Constituição de 1988, Aécio foi o autor de uma emenda polêmica que ampliou os direitos da população. Qual foi ela?
Por Ana Vasco, 4 de Outubro de 2009, 23h37

A instalação da Assembléia Nacional Constituinte, em fevereiro de 1987, foi um acontecimento histórico para o Brasil.
Logo após o fim da ditadura, o Brasil se preparou para remodelar suas leis, adaptando-as a um novo tempo. Com a ajuda de 558 parlamentares seria, a partir desse momento, redigida e aprovada a sétima Constituição Nacional – o  documento símbolo da transição democrática no país.

Aécio Neves participou ativamente dessa mobilização do parlamento. Durante a Assembléia Constituinte, em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados, em Brasília, ele apresentou 46 emendas, entre as quais se destaca a que instituiu o voto facultado para os jovens entre 16 e 18 anos.

Aécio também participou, como vice-presidente, da Comissão da Soberania e dos Direitos e Garantias do Homem e da Mulher. E Integrou a Subcomissão da Nacionalidade, da Soberania e das Relações Internacionais e a Comissão de Sistematização, responsável por avaliar, alterar e apresentar os projetos finais.

Grandes avanços foram conquistados com a nova Constituição, no Brasil, como a ampliação da licença maternidade para 120 dias; a criação da licença paternidade; a extinção da censura nos meios de comunicação; o estabelecimento de eleições diretas para todos os níveis de governo.

O novo documento foi promulgado, no dia 5 de outubro de 1988, após 19 meses de muito trabalho do parlamento. Para se chegar ao texto final da Constituição, foram feitos:

•    15 mil pronunciamentos,
•    341 sessões plenárias,
•    1021 votações,
•    2400 horas de discurso,
•    66 mil emendas.


“A promulgação da Carta de 88 teve um alto valor simbólico,
porque naquele momento devolvia o País à legalidade,
à ordem democrática, após duas décadas de luta do povo brasileiro.

Durante os anos de arbítrio, não tivemos constituições,
embora delas houvesse simulacros, redigidos na penumbra
dos gabinetes de Brasília e aprovados por um Congresso intimidado pela força.
Não eram constituições, mas atas de submissão ao regime autoritário.
Não garantiam as liberdades, suprimiam-nas;
Pouco a pouco, dia a dia, noite a noite, uma nova democracia
foi sendo pacientemente tecida.
A luta pela democracia reconquistada
ficou para sempre enraizada na história de homens e mulheres
que souberam ouvir as ruas e assim transformaram os sonhos
de um povo inteiro em realidade viva e determinada.”

(Aécio Neves, 21 de abril de 2008)


 

Durante a formulação da Constituição de 1988, Aécio foi o autor de uma emenda polêmica que ampliou os direitos da população. Qual foi ela?

 
Aumento da licença-maternidade para 120 dias
21%
Instituição do voto facultativo para jovens com mais de 16 anos
71%
Extinção da censura nos meios de comunicação
4%
Reconhecimento do direito de greve dos trabalhadores
4%











 



Agora é com Você!
Por Ana Vasco, 4 de Outubro de 2009, 03h03

"Parabéns ao governador Aécio Neves, que acreditou e apoiou
o projeto das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro, desde o início.
Mineirão, Independência, Toca da Raposa e Cidade do Galo estarão aptos
a receber delegações do mundo inteiro
e sediar partidas importantes no futebol masculino e feminino.
O escritório do governo de Minas na Cidade Maravilhosa
terá participação fundamental até 2016, pois vai colaborar diretamente
no planejamento de reestruturação de todo esquema de segurança pública
dos cariocas, em parceria com o estado do Rio de Janeiro.
Não podemos deixar de aplaudir e reconhecer os acertos do presidente Lula,
da mesma forma que não devemos deixar de criticar
eventuais equívocos em sua administração.
A democracia brasileira amadureceu bastante e, graças a Deus,
o radicalismo já não tem espaço na política nacional.
Os primeiros Jogos Olímpicos da América do Sul são muitos bem-vindos.
Será muito bom para o Minas e ótimo para o Brasil!"

(João Paulo M., em depoimento enviado ao Aécio Blog)



Aécio avalia participação de Minas na Conferência dos Governadores
Por Ana Vasco, 3 de Outubro de 2009, 000h46

Em Los Angeles, chegou ao fim a 2ª Conferência Internacional sobre Clima Global.
Além de participar de várias discussões temáticas, Aécio Neves realizou,
na tarde de quinta (1/10) uma palestra sobre as experiências
do governo de Minas na área de meio ambiente e sustentabilidade.
Ele falou principalmente sobre a atuação da empresa
de energia do Estado, a Cemig, e sobre os seus investimentos
em energia hidrelétrica e eólica. 





“Vejo com muita alegria que, cada vez mais, a questão da sustentabilidade
participa de forma absolutamente central de todas as discussões,
de todos os continentes, de todos os países e de todos os partidos políticos.
Esse é, sem dúvida alguma, o maior avanço
que assistimos nesses nossos tempos modernos.”


(Aécio Neves, sobre a conferência dos governadores, em Los Angeles)

 


Durante o evento, Aécio Neves também esteve com o governador da Califórnia,
Arnold Schwarzenegger. Aécio demonstrou interesse em firmar,
com o governo da Califórnia, uma aliança de cooperação entre os estados,
para troca de experiências na área de meio ambiente. 
 


E as atividades mais importantes não pararam por aí.
Na tarde de ontem (2/10), Aécio Neves encontrou-se, em Los Angeles,
com o ex-primeiro ministro da Inglaterra, Tony Blair.
De acordo com Aécio, Tony Blair parabenizou o Brasil
pela escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016.
Aécio apresentou a ele alguns projetos desenvolvidos pelo governo de Minas
e convidou Blair a fazer uma visita ao Brasil,
para ampliar as discussões sobre as questões ambientais.
Tony Blair teria aceitado o convite, para o início de 2010.

 

 

“O ex-primeiro-ministro Tony Blair tem assumido um papel de liderança
extremamente importante no debate de temas essenciais ao futuro do planeta,
como a questão ambiental e também a questão do multilateralismo.
Ele é hoje uma figura extremamente respeitada em vários fóruns,
foi uma das figuras centrais deste encontro aqui em Los Angeles .
Mostrando um conhecimento profundo
das transformações que vêm ocorrendo no Brasil,
ele destacou o papel cada vez mais decisivo que o Brasil vem exercendo,
inclusive, na comunidade internacional."

(Aécio Neves, após encontro com o ex-primeiro ministro da Inglaterra, Tony Blair,
em Los Angeles, 2 out. 2009)

 

Em Los Angeles, Aécio também participou de uma reunião
com o vice-presidente da Boeing, Kenneth Shaw.
Eles discutiram sobre a possibilidade de a empresa instalar
um centro de manutenção no entorno do Aeroporto de Confins.
Essa área, localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte,
tenderá a se transformar, em pouco tempo, no mais importante pólo
de manutenção de aeronaves e de indústria de componentes do Brasil.

 

Para Aécio Neves, o balanço final de sua viagem
a Los Angeles foi extremamente positivo. Ele teve a oportunidade
de compartilhar importantes experiências e coletar informações
de projetos bem sucedidos, desenvolvidos pelo setor público e privado.
"Não há como nenhum governante se apresentar à sua gente,
à sua população, em eleições ou fora delas, sem introduzir
o tema da sustentabilidade no seu discurso
e nos seus compromissos", explicou Aécio.
 

FOTOS: Rachel Murray




Página 5 de 6
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