Aécio Neves se encontrou, na tarde de hoje (24/11), no Rio de Janeiro, com o arquiteto Oscar Niemeyer, o responsável pelo projeto arquitetônico da Cidade Administrativa Tancredo Neves, a nova sede do governo de Minas, que será inaugurada no início de 2010.
Aécio foi ao escritório de Niemeyer com o intuito de convidá-lo para participar da inauguração da cidade administrativa. Logo após a visita, o arquiteto disse à imprensa estar espantado com a forma como a obra está sendo encaminhada - com critério e ousadia.
Aos 101 anos, Oscar Niemeyer encerra em Minas Gerais uma obra que começou, ao lado de Juscelino, na década de 40, com a construção do conjunto arquitetônico da Pampulha. Deixa, na série de obras que assinou desde então, uma marca forte, com traços e linhas inconfundíveis que representam fielmente o horizonte curvo tão simbólico para a capital do estado.
A Cidade Administrativa Tancredo Neves começou a ser erguida
em dezembro de 2007. Ela foi projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer
e planejada para abrigar as principais unidades administrativas
do governo de Minas, que hoje estão distribuídas
em 53 endereços diferentes da capital mineira.
A inauguração da Cidade Administrativa está prevista para janeiro de 2010.
Até o segundo semestre de 2010, cerca de 16 mil servidores
serão transferidos para o complexo.
Em uma área total de 804 mil metros quadrados, estão sendo construídos
três grandes prédios, um auditório, áreas de estacionamento,
restaurantes, lagos artificiais, jardins, agências bancárias, lojas e até um heliponto.
Ao todo serão 265 mil metros quadrados de área construída.
Ao fundo, na foto, estão os dois grandes prédios que vão abrigar todas
as secretarias de governo. Cada prédio tem 116 mil metros quadrados
de área e 240 metros de extensão.
A construção um pouco mais à frente é o "Palácio Tiradentes",
a futura sede do governo, onde ficará o governador,
o vice, seus assessores diretos e a equipe de comunicação social.
Gabriel Azevedo faz uma foto de uma das equipes de trabalho.
Atualmente, 2970 operários se dedicam à construção da Cidade Administrativa.
O "Palácio Tiradentes" já pode ser considerado o maior prédio suspenso do mundo.
Ele tem um vão livre de 147 metros de comprimento e 26 metros de largura.
O espaço vazio debaixo de uma construção tão grande surpreende os visitantes.
O valor da obra de construção da Cidade Administrativa
- cerca de R$ 948 milhões - é custeado integralmente
pela Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig),
uma estatal que só pode gastar seus recursos
com obras de infraestrutura e desenvolvimento, em Minas Gerais.
Os prédios foram planejados para serem econômicos e modernos,
atendendo aos conceitos de desenvolvimento sustentável.
Mesmo com as luzes apagadas, o interior dos prédios
tem uma iluminação natural muito boa, que dispensará
gastos desnecessários com energia. Ao todo, nas construções, são 6 mil
metros quadrados em vidro. A energia elétrica e o ar-condicionado serão
controlados por um sistema central que evitará o mau uso e os desperdícios.
Os prédios dispõem de tecnologias modernas,
como o uso de sensores fotossensíveis, elevadores inteligentes
e também um sistema de esgotamento sanitário a vácuo,
que possibilitará uma redução de 90%
do consumo de água, em relação ao sistema tradicional.
Mais do que uma construção prática, moderna
e grandiosa, essa grande obra arquitetônica que se levanta do solo é
o resultado concreto do trabalho de gestão de Aécio Neves.
Cada parede, cada projeto sustentado ali é um reflexo do modelo de
integração, flexibilidade e eficiência adotado por ele
desde o início de seu trabalho em Minas Gerais.
Essa é uma cidade feita de concreto e sonho,
que marcará para sempre a história de nosso Estado.
Jogo do Poder
Por Ana Vasco, 23 de Novembro de 2009, 23h49
No dia 18 de fevereiro deste ano, Aécio Neves foi entrevistado pelos jornalistas Alon Feuerwerker e Gustavo Krieger, no programa Jogo do Poder, exibido pela CNT. Aécio falou sobre a sua possível candidatura, sobre o PSDB, as falhas na realização do PAC, o Choque de Gestão do governo de Minas e sobre o processo ideal de escolha do candidato tucano. Ele também falou sobre a possibilidade de novas alianças, a sua relação com outros partidos e a necessária unidade interna do PSDB.
Quando um instrumento é mal utilizado no Brasil, infelizmente, aprendeu-se a responsabilizar os seus criadores, desvalorizando a possibilidade de avanços que ele é capaz de proporcionar, ao invés de se responsabilizar o grupo que não soube empregá-lo corretamente.
Aécio foi inegavelmente um dos melhores presidentes que a Câmera dos Deputados já teve. Em sua gestão, que foi de fevereiro de 2001 a dezembro do ano seguinte, ele implementou mudanças radicais em toda a Casa.
Quando ele assumiu a presidência da Casa, o quadro era o seguinte: cerca de 83% das matérias aprovadas pela Câmara eram de autoria do Poder Executivo; a imunidade parlamentar possibilitava que indivíduos eleitos utilizassem seus mandatos para acobertar crimes que cometeram; a instituição tinha uma imagem desgastada e não contava com a participação direta da sociedade; diversas obras e cargos de confiança sorviam o orçamento integralmente.
Em seu mandato, Aécio conseguiu fazer cortes impressionantes com despesas com pessoal, suspensão de obras desnecessárias, redução em 42% do consumo de energia elétrica, implantação de um programa de reciclagem de lixo, e, principalmente, com a criação de um novo modelo de gestão interna, que adotava, entre outras tantas inovações, um sistema pioneiro de pregão eletrônico para as compras e contratos da Câmara. Com tudo isso, ao fim do primeiro ano do mandato, Aécio fez o que parecia impossível: devolveu, ao Tesouro Nacional, 51 milhões de reais que foram economizados do orçamento da Casa.
Isso já seria muito, mas a renovação da Câmara dos Deputados foi ainda mais profunda. Pregando sempre a eficiência dos trabalhos da Casa, Aécio conseguiu inverter a situação relacionada ao número de aprovações de medidas que partiam do Poder Executivo. Ele negociou a limitação do uso de medidas provisórias, permitindo assim que cerca de 65% das medidas votadas partissem do Poder Legislativo.
Aécio também foi responsável pela criação do “Pacote Ético”, que pôs fim à imunidade parlamentar para crimes comuns. Em seu mandato, foi criado o “Conselho de Ética da Câmara” e aprovado o “Código de Ética e Decoro Parlamentar”. Foi também instituída a “Ouvidoria Parlamentar”, responsável por encaminhar ao Tribunal de Contas da União, à Polícia Federal ou ao Ministério Público denúncias de irregularidades apontadas pela população. E mais: a “Comissão Permanente de Legislação Participativa”, que passou a permitir a apresentação de propostas de entidades civis para formulação de projetos que pudessem tramitar na Câmara.
Os avanços não foram poucos para os 22 meses de mandato. Mas, estranhamente, o jornal Folha de S. Paulo questionou, hoje (22/11) a sua responsabilidade pela criação de um outro avanço na casa: a criação da verba indenizatória. Quando Aécio assumiu a Casa, essa já era uma reivindicação antiga dos parlamentares – inclusive da oposição. Os deputados reclamavam da necessidade de manter um escritório de trabalho nos Estados de origem e alegavam que essa manutenção só se viabilizava, na época, com o apoio da iniciativa privada, que exigia favorecimentos em situações de votação. Uma situação absurda. A verba indenizatória, no entanto, já era uma prática adotada por diversos parlamentos - nos Estados Unidos e em vários países da Europa - e sua implementação era justificável, desde que com ela fossem implantados bons mecanismos de fiscalização.
Isso foi feito. Aécio criou a verba e, com ela, o “Núcleo de Fiscalização e Controle da Verba Indenizatória”, subordinado à “Diretoria de Finanças, Orçamento e Contabilidade”, para acompanhar os gastos com os recursos – que só poderiam ser relativos ao exercício do mandato - e as devidas comprovações. Era previsto o controle intenso de todos os gastos, inclusive com auditoria.
A implementação da verba representou, portanto, um avanço inegável. No entanto, no mandato do deputado João Paulo, do PT, na presidência da Câmara, que se seguiu ao de Aécio Neves, o valor da verba aumentou para mais do que o dobro do inicial. Agora, o jornal Folha de S. Paulo teve acesso a documentos que comprovam que empresas fantasmas foram beneficiadas com recursos da verba indenizatória, no segundo semestre de 2008, quando a Câmara era presidida pelo deputado Arlindo Chináglia, do PT. E culpam Aécio Neves pela criação do mecanismo indenizatório.
Pois bem, como nada se cobra das pessoas realmente responsáveis pela fiscalização e pelo emprego das regras claras que foram criadas juntamente com o recurso, apresenta-se clara a utilização desse argumento fraco para um uso puramente político. Se querem culpar os criadores das regras pelo mau uso dos instrumentos, por favor, vamos ter todo o cuidado pois se continuarmos assim logo mais poderão ser julgados os que instituíram o voto direto no país, já que vários cidadãos fazem mau uso do poder de voto para a escolha de seus representantes. O problema, claramente, não foi a instituição de um instrumento, mas o uso incorreto que se fez dele. Essas “ilusões de ótica” não são suficientes para enganar a sociedade e nem para desviar o foco dos problemas que, obviamente, está na falta de ética e de transparência e em uma grave deficiência de gestão.
Memória
Por Ana Vasco, 22 de Novembro de 2009, 23h32
Maurício Noronha encontrou estas fotos antigas
de Aécio Neves e resolveu compartilhá-las conosco.
Aécio estava na casa de Maurício, na véspera das eleições,
tomando caldo de feijão... com bastante pimenta, pelos vistos.
Obrigada, Maurício!
Aécio Neves, ao lado de Valquíria Noronha, na véspera das eleições de 1994.
Carta a Aécio
Por Ana Vasco, 21 de Novembro de 2009, 21h09
O desejo que vou tentar expressar aqui não é apenas meu, nem mesmo de seus apoiadores, apenas. Ele pertence a todos os brasileiros, que utilizam a internet ou não, e que querem participar ativamente da construção do futuro do nosso país.
Este apelo vem com a força das indignações que recebo constantemente em um perfil criado para as discussões referentes a este blog. Todos os dias, pessoas que utilizam o twitter em diferentes regiões do país - e que inevitavelmente se ligam a muitas outras que sequer conhecem a internet, mas que já fazem parte desta mesma história - me dizem que querem muito ter Aécio Neves no twitter.
Essa vontade é muito mais séria e grave do que o simples capricho de trocar mensagens ou seguir uma pessoa conhecida. Ela nasce da urgência que o povo brasileiro tem de conhecer com clareza os seus políticos, as pessoas que querem ser seus representantes, os maiores responsáveis pelas ações que vão determinar o que será do nosso futuro e de nosso planeta.
O twitter, esse espaço de diversão, da fala desmedida em espaço contado, da troca de informações e até da irresponsável invenção de casos, do disparo de farpas, é também lugar de assunto sério. Os brasileiros que estão no twitter, hoje, fazem muito mais do que descrever, em 140 caracteres, o que estão fazendo ou o que está acontecendo a cada instante. Eles participam da construção de uma história nova, repleta de protagonistas, de uma mobilização que supera a de qualquer outra já realizada no país. Eles são atores de um enredo que só será percebido, com toda a sua intensidade, quando tivermos distanciamento histórico suficiente para avaliarmos todas as consequências. Mas a sua força e o seu poder já são muito claros, impossíveis de ser desconsiderados ou mensurados.
Queremos Aécio no twitter, para “ler Aécio”, “descobrir Aécio”, questionar "Aécio", compreender um pouco da essência desse homem, desse personagem da nossa história, e imaginar o que ele pode fazer pelo nosso país.
Queremos Aécio no twitter porque não queremos fakes, mentiras, boatos, maldades.
Quero Aécio no twitter por conhecer a sua história, como político, e saber que é mais do que necessário que outras pessoas tenham acesso a ela.
O Brasil tem pressa e precisa conhecer o novo, para escolher melhor.
Venha, governador, por favor, se juntar aos "homens e mulheres de bem, reunidos sob o chão limpo do respeito, da coragem e da ética" que estão no twitter defendendo a boa política e construindo um futuro digno para seus filhos e netos.
Nós nos encontraremos lá!
Um abraço sincero de cada um dos futuros seguidores de seu perfil @aecioneves.
Show Business
Por Ana Vasco, 20 de Novembro de 2009, 17h31
Na semana passada, Aécio Neves foi entrevistado, em São Paulo, pelo jornalista João Doria Jr., para o programa Show Business. A conversa entre eles foi exibida pela TV Band, na noite do último sábado (14/11).
Imagens do Dia
Por Ana Vasco, 20 de Novembro de 2009, 16h08
Aécio, sua irmã Andrea, presidente do Servas, e Heloísa Neves, chefe da Assessoria
de Imprensa do governador, em uma rápida reunião, no Palácio da Liberdade.
Entrevista coletiva com Andrea Neves, presidente do Servas, no Palácio da Liberdade.
Mais uma ação de integração entre o poder público, a sociedade os empresários vai marcar a gestão de Aécio Neves em Minas Gerais. Na tarde de ontem (19/11), ele lançou, no Palácio da Liberdade, o programa "Conta com a Gente", que permitirá a redução de 25% das contas de água e luz das entidades assistenciais que se cadastrarem no projeto. O programa também permite que a sociedade ou as empresas apadrinhem instituições, proporcionando uma redução ainda maior nos seus custos de manutenção.
Participaram do evento parlamentares, secretários de Estado, representantes do Servas,
Copasa, Cemig, Ministério Público e de várias instituições sociais.
Para colaborar com a campanha, cada pessoa ou empresa pode contribuir com qualquer quantia acima de R$ 5,00 mensais - valor descontado em sua conta de água ou luz. A expectativa é de que cerca de 3 mil entidades sejam beneficiadas com o programa.
Andrea Neves, durante o lançamento do programa
Após o início do cadastramento, o passo seguinte é a mobilização da sociedade. "Estamos criando agora uma grande corrente de solidariedade para conseguir sensibilizar todos os cidadãos, todas as empresas de Minas, para que cada um de nós possa, na sua comunidade, apoiar de perto aquela entidade que ele conhece e cujo trabalho ele respeita", explicou Andrea Neves, presidente do Servas. A intenção é criar um grande elo de apoio às instituições assistenciais e estimular a percepção de que todos nós temos responsabilidade com a nossa região e temos o dever de exercer a solidariedade.
“Se eu pudesse destacar apenas um avanço dentre todos que aqui
nós construímos, seja em relação aos indicadores de saúde,
segurança pública, da educação, assistência social, diria que, de todos,
aquele o que, para mim, é mais importante é exatamente a capacidade,
que juntos construímos, de confiarmos uns nos outros
e construirmos parcerias que realmente mobilizam a nossa sociedade.
Diferente de outras obras, de outras ações, essas são definitivas”
(Aécio Neves, durante o lançamento do programa
"Conta com a Gente", em Belo Horizonte)
O jogador de futebol Juan Pablo Sorín, em uma parceria com o Serviço Voluntário de Assistência Social (Servas) e com o Cruzeiro Esporte Clube entregou, hoje (19/11), na companhia da irmã de Aécio, Andrea Neves, a presidente do Servas, parte das 90 toneladas de alimentos que foram arrecadadas na partida de despedida do atleta, realizada no início deste mês, para entidades que atendem crianças e adolescentes carentes e para Apaes localizadas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).
Sorín e Andrea entregaram 600 quilos de alimento, distribuídos em 30 cestas, para a
Associação Dinâmicas, que atende cerca de 180 bebês, crianças e adolescentes,
na região do Aglomerado Morro das Pedras. Foto: Carlos Alberto / Secom MG
Com os alimentos arrecadados no dia da partida e doados por Sorín, o Servas montou 45 mil cestas, que serão doadas a instituições que atuam no terceiro setor e a cidades mineiras que decretaram "situação de emergência" por causa das chuvas, em Minas Gerais.
Sorín, Andrea e as crianças da Associação Dinâmicas,
em Belo Horizonte. Foto: Carlos Alberto / Secom MG
“O Servas busca fazer a ponte entre entidades empresariais e entidades,
sempre com o objetivo de fortalecer ainda mais as nossas
ações de solidariedade. Toda vez que visito instituições beneficentes
de crianças e idosos sinto uma emoção muito grande, mas mais forte ainda
é o sentimento de responsabilidade do nosso trabalho”.
(Andrea Neves, sobre o trabalho quem tem sido desenvolvido
pelo Servas durante o governo de Aécio Neves)