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Brasília, 8 de Novembro de 2000 |
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La Stampa (Itália), 14 de Setembro de 2009 |
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Histórico
Resultado da Enquete - Aécio Neves nasceu em Belo Horizonte e, ainda criança, morou em uma praça bastante conhecida na capital. Você sabe qual é o nome dela?
Por Ana Vasco, 8 de Setembro de 2009, 01h21
Quando Aécio Neves nasceu, sua família morava em uma casa na Praça Diogo de Vasconcelos, conhecida, atualmente, como Praça da Savassi. Hoje, a escultura em homenagem ao jornalista Roberto Drummond está localizada bem em frente ao local onde ficava a antiga casa de Aécio.
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Foto da casa de Aécio Neves, na década de 60.


Fotos da Praça Diogo Vasconcelos e do local onde ficava a primeira casa em que Aécio Neves viveu
Aécio Neves nasceu em Belo Horizonte e, ainda criança, morou em uma praça bastante conhecida na capital. Você sabe qual é o nome dela?
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| Praça da Liberdade |
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40% |
| Praça Diogo de Vasconcelos |
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45% |
| Praça Sete |
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7% |
| Praça Juscelino Kubitschek |
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7% |
Tancredo na Memória
Por Ana Vasco, 7 de Setembro de 2009, 000h38
Por muitos anos, Aécio Neves evitou falar publicamente sobre os momentos que antecederam a morte de seu avô, Tancredo. Em um relato muito emocionante, ele contou ao jornalista Mário Kertész, na Rádio Metrópole, em Salvador, na tarde de quinta (3/9), trechos das principais lembranças e sensações que ele guarda sobre aquele período.
Confira alguns trechos, transcritos pelo Aécio Blog:
"Com ele (Tancredo) eu caminhei por toda Minas Gerais. Tancredo se elege em 82, para governador de Minas, toma posse no ano de 83 e logo em 84 nós vivemos aquele momento - talvez o mais sublime da cidadania e da mobilização deste País -, que foi a Campanha das Diretas. Andei com ele pelo País inteiro. E a Campanha das Diretas, quando foi derrotada, gerou uma grande frustração no País inteiro. Logo em seguida, surge a candidatura de Tancredo, que precisava de uma grande construção política."
"Eu fui nada mais do que um expectador privilegiado da cena política, porque eu vivia com ele, eu morava com meu avô."
"Aí foi construída toda a articulação política que permitiu ao Brasil ter concebido a mais bem elaborada e exitosa transição do regime autoritário para o democrático, de todos os países, pelo menos na América Latina."
"Vivemos aquela emoção da vitória, depois Tancredo faz aquela viagem ao mundo (...) Foi talvez o momento mais sublime da vida pública de Tancredo e eu tive o privilégio de estar ali acompanhando. Nós voltamos para fazer a montagem final do governo e aí veio toda aquela tragédia que você acompanhou e que emocionou este país, que frustrou a todos nós e que, acho eu, fez o Brasil perder uma ou duas décadas de avanço."
"Tancredo gostava muito da vida. Tinha uma coisa que talvez falte hoje nessa cena política nossa: ele fazia as coisas com alegria, com espontaneidade."
"A posse estava marcada para o dia 15 de março. E mais ou menos no dia 24, ele começa a sentir algumas dores abdominais. (...) Foi detectado por um médico da confiança dele (...) que ele tinha uma diverticulite - algo que poderia ser tratado durante essa semana ou, os dez dias que faltavam para a posse, de forma tranquila, sem gravidade. Era (necessário) um procedimento cirúrgico, mas poderia se aguardar a posse para que se fizesse essa intervenção. Ele continuou trabalhando normalmente. Foi monitorado por esses médicos, fizeram exame de sangue de três em três dias. Em nenhum momento nos alarmaram ou disseram: a questão é fatal, tem que agora operar ou nós não nos responsabilizamos. Nada disso."
"Ele (Tancredo) sofreu a cirurgia. Os médicos nos dizem que a cirurgia foi exitosa, que no dia seguinte ele estaria em condições de tomar posse (...). Eu convoco a imprensa e aviso: Foi muito bem sucedida a operação. Tancredo toma posse amanhã de manhã e está tudo resolvido. Tancredo, às 7 horas da manhã, os médicos fazem com que ele saia da cama, dá a primeira caminhada, escora no meu braço, pára e fala: estorou tudo. Os pontos da operação romperam. Ele volta para a cama. E dali para a frente foram só operações sucessivas. Aí o levamos para São Paulo. Sofreu mais cinco cirurgias em São Paulo. Fomos descobrir, com o tempo, que mais de 40 pessoas tiveram acesso à sala cirúrgica. (...) Se Tancredo fosse um cidadão comum teria sido salvo."
"A última frase que eu me lembro que ele me disse... nessa hora eu estava com a minha mãe ao lado, que era a filha mais velha dele, na UTI... ele disse: eu não merecia isso. Foi a última frase, que eu me lembro, do Tancredo. No dia seguinte ele já não estava consciente. Mas ficou mais quatro dias inconsciente. E faleceu. O Brasil perdeu a grande oportunidade de ter um presidente da dimensão do Brasil."
Aécio conta detalhes sobre a morte de Tancredo
Por Ana Vasco, 6 de Setembro de 2009, 22h44
Por Vitor Hugo Soares,
editor do Bahia em Pauta
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), que recebeu o título de cidadão baiano nesta quinta-feira (3/9), em cerimônia concorrida na Assembleia Legislativa da Bahia, se emocionou a ponto de embargar a voz em vários momentos e precisar fazer pausas prolongadas para se recompor e conter lágrimas.
Mas isso não aconteceu no plenário da Assembleia, onde discursou e recebeu a honraria, e sim durante a longa, reveladora e comovente entrevista que Aécio concedeu no início da noite, na Rádio Metrópole, no programa de Mário Kertész. Na conversa, conduzida com estilo de um âncora que sabe falar e ouvir, o governador contou fatos e detalhes segundo ele jamais revelados sobre os últimos dias do avô Tancredo Neves. Depois da conversa, muitos ouvintes ligaram, alguns também ainda emocionados, para elogiar entrevistado e entrevistador.

Hospitalizado na véspera de tomar posse na presidência da República, vitima de uma aparentemente banal crise de diveticulite, Tancredo não parou mais de sofrer até a morte no dia 21 de abril, depois de sucessivas falhas médicas e hospitalares que beiraram o absurdo", segundo o governador mineiro.
"Eu não merecia isso!". Segundo Aécio foram estas as últimas palavras ditas por seu avô, segurando seu braço, nos derradeiro momentos de vida. No dia seguinte à cirurgia realizada no Hospital de Base de Brasília, o presidente pressentiu o desastre ao levantar-se do leito pela primeira vez:
"Rompeu tudo", disse Tancredo ao neto, ao sentir que os pontos da cirurgia se haviam rompido. Depois, foram mais sete sofridas cirurgias nas mãos de profissionais sem competência técnica e em hospital sem controle e organização gerencial. Aécio ficou compungido até quase as lágrimas ao recordar que mais de 40 pessoas tiveram acesso à area restrita onde o presidente Tancredo estava internado em tratamento de alto risco de infecção.
Quando Tancredo estava sendo transferido de maca do apartamento para o centro cirúrgico do HB, alguém que a família não conseguiu identificar, chegou a levantar o lençol que cobria o rosto do presidente, para ver o seu estado.
"Algo incrível", falou com voz embargada o governador de Minas. Foi então que a família decidiu, a qualquer custo, transferir o presidente eleito para o Hospital das Clínicas, em São Paulo .
Mas já era tarde demais. No hospital paulista os sofrimentos de Tancredo Neves continuaram, até o suspiro final.
"O resto todo o povo brasileiro conhece", disse Aécio Neves na entrevista na Metrópole.
Jornalismo é isso. De primeira!
(publicação autorizada pelo autor)
Memória
Por Ana Vasco, 5 de Setembro de 2009, 17h33

Foto: Omar Freire / Imprensa MG - Usina do Parque Eólico de Praias de Parajuru, no Ceará.
Projeto implantado, em agosto de 2009, pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e a Impsa.
"O maior dos desafios do nosso tempo, não apenas do Brasil,
e muito menos de Minas, será o de conciliar
o crescimento econômico com a defesa ambiental.
Esse é o grande desafio sobre o qual estaremos
permanentemente mergulhados."
(Aécio Neves, novembro de 2007)
Dia da Amazônia sem clima de festa
Por Ana Vasco, 5 de Setembro de 2009, 17h30
Hoje (5/9), no dia nacional da Amazônia, não temos motivos para grandes comemorações. Embora todos os regitros apontem a progressiva redução do destamamento da floresta nos últimos anos, os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) ainda indicam números alarmantes: entre agosto de 2008 e julho de 2009, foram desmatados 4.375 mil km² da região, o equivalente a três vezes o território da cidade de São Paulo.
Para Aécio Neves, a solução para esse quadro está na criação de fórmulas de desenvolvimento sustentável e de geração de renda que redirecionem as pessoas que vivem na região para outros trabalhos economicamente viáveis. "No momento em que ficamos alheios à necessidade de estabelecer, ali, instrumentos novos para outras políticas, estamos permitindo que continue havendo desmatamento ilegal como ainda existe hoje", afirmou Aécio.
Em Minas Gerais, a questão ambiental tem sido tratada com prioridade. Nesta sexta-feira (4/9), Aécio assinou um decreto que regulamenta a nova lei florestal do Estado e estipula metas para a preservação e recuperação da mata nativa. As novas normas limitam o consumo de matéria-prima florestal nativa e estabelecem punições rigorosas para as empresas que forem responsáveis por grandes desmatamentos.
"Qualquer pessoa que queira pensar o Brasil com seriedade para as próximas décadas tem que incluir a questão da sustentabilidade no seu programa. Essa não é uma bandeira isolada. Qualquer ação de governo dever a ter a preocupação com a preservação ambiental", afirma Aécio.
Agora é com Você
Por Ana Vasco, 4 de Setembro de 2009, 19h59
"Os reflexos das palavras proferidas pelo governador de Minas, na Assembléia Legislativa da Bahia, mostraram como a sinceridade, a transparência e a vontade política de descentralizar o País são capazes de unir todo o Brasil. Mostram, sobretudo, que é possível construir uma ampla aliança suprapartidária para consolidar a candidatura Aécio Neves, do Oiapoque ao Chuí. Aécio está unindo o Brasil!..."
(João Paulo M., Belo Horizonte, sobre os efeitos do discurso de Aécio, na cerimônia de entrega do título de Cidadão Honorário da Bahia)
Postaremos sempre aqui algumas das mensagens ou relatos produzidos pelos leitores do Aécio Blog. Contamos com você!
Bahia do meu Brasil
Por Ana Vasco, 4 de Setembro de 2009, 000h46
Ao receber o título de Cidadão Honorário da Bahia, na tarde de ontem (3/9), Aécio Neves tomou um banho de brasilidade. Foi ungido pela força mágica da terra baiana, que acolhe e aceita toda a diversidade, derrubando diferenças, integrando desejos.
Em seu discurso, Aécio lembrou da força do espírito de fortes baianos, que são propriedade de todo o Brasil. Joana Angélica, Maria Quitéria, Gregório de Matos, Jorge Amado, Dorival Caymmi, Glauber Rocha, Anísio Teixeira, Milton Santos, Rui Barbosa - peças tão distintas que compõem, juntas, um imenso mapa do nosso Brasil.
E Aécio falou sobre o País, os progressos que já ocorreram, as possibilidades de mudança, a necessidade da descentralização de poder e de recursos. Sobre um Brasil que precisa avançar mais, com participação e união.
Para você, alguns dos principais trechos de seu discurso:
"Sinto (...) que de alguma forma à Bahia eu já pertencia, como pertencemos todos os brasileiros. No meu caso, ainda um pouco mais. Meu pai, Aécio, e meu avô paterno, Tristão da Cunha, nasceram em quase Bahia, entre os rios Mucuri e Jequitinhonha, que lhes levam nossas águas. No Norte de Minas (...), nos sertões e caatingas que se espraiam, de Montes Claros para penetrar na Bahia do Sul, a nossa humanidade, mineira e baiana, é uma só. Os seus habitantes comungam dessa realidade, e se identificam como baianeiros - baianos e mineiros, misturados que são pelo sol escaldante, pela aridez das terras... pela luta incessante pelo trabalho, personagens fantásticos que descem e sobem o São Francisco..."
"A Bahia, na verdade, não pertence apenas aos baianos, porque tem alma nacional. O generoso compartilhamento de idéias e da diversidade que ela tradicionalmente abriga tem ajudado a diversas gerações de brasileiros a melhor compreendermos o nosso mundo e a melhor nos comprometermos com ele."
"Somos hoje o resultado do trabalho de diversos governos e, em especial, do esforço da sociedade brasileira."
"Como, então, ser o país das oportunidades, se elas florescem distantes de Brasília, mas é lá que permanecem as decisões sobre o que fazer? Precisamos de um projeto que liberte das amarras não apenas o Brasil do Centro-Sul, mas principalmente o Brasil do Norte e do Nordeste. Precisamos de um projeto que permita, de forma descentralizada, que cada região possa transformar suas vocações e suas competências em efetiva riqueza, distribuída de forma equânime, democrática e, portanto, socialmente justa e pacífica. Para dar substância e concretude a esta tarefa, o país nos exige mais despreendimento e mais generosidade.
Mas nos exige também responsabilidade política."
"O que devemos buscar, na verdade, é o Estado eficiente, o Estado justo. E só revendo as relações entre o estado, o mercado e a sociedade poderemos definir o papel de todas as forças que podem contribuir para o desenvolvimento do país e de cada uma das duas regiões."
"O fundamental é preservar o que conquistamos até aqui, corrigir equívocos e avançar ainda mais. Muito mais. Avançar com o olhar generoso que tão bem nos caracteriza, baianos e mineiros, quando se trata de pensar o Brasil. Jamais buscamos em qualquer tempo a hegemonia sobre o que quer que fosse. Só avançaremos quando as nossas eventuais diferenças não impedirem que nos aproximemos, todos, pelas idéias e consensos que formos capazes de construir. Quando nossas diferenças não forem, como lamentavelmente ainda são hoje, maiores que os compromissos com o Brasil. Quando essa for uma tarefa e uma responsabilidade de todos. De todos e de cada um de nós, brasileiros."
Agora é com Você!
Por Ana Vasco, 3 de Setembro de 2009, 19h24
2010 - 100 anos de Tancredo Neves
"Hoje pela manhã, aqui em São João del-Rei, através do Governo de Minas e da FIEMG, foi lançada a proposta de revitalização dos equipamentos urbanos da cidade, com previsão de inauguração para o ano que vem, no dia 4 de março, data do centenário de nascimento do dr. Tancredo Neves.
Participaram do evento o presidente da FIEMG, o são-joanense dr. Robson Braga, a irmã do governador Aécio Neves, dra. Andréa Neves da Cunha, e o Secretário de Estado da Cultura, dr. Paulo Brant, além de outras personalidades.
Além deste projeto, há o projeto Terra de Livres que já foi lançado e teve a idelização de Marcello Dantas. Será um evento cultural periódico, a ser realizado, como cortejo, pelo centro histórico de São João del Rei, em plataforma móvel que abrigará manifestações culturais diversas como teatro, dança, música e projeções, num misto de congraçamento e integração de turistas e moradores locais.
Soma-se a isto a proposta em andamento e que visa reconhecer mundialmente a S. João del-Rei como "Cidade Criativa na Música", pela UNESCO.
Eu tive a satisfação de ser um dos convidados para participar deste momento histórico para a cidade e em memória ao estadista Tancredo Neves! "
(José Antônio de Ávila, de São João del Rei, sobre o evento realizado hoje na cidade, em homenagem a Tancredo Neves)
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Cidadão do Brasil
Por Ana Vasco, 3 de Setembro de 2009, 15h31
Um "tantão" mineiro, um pouco carioca e, agora, um "pédaço" baiano.
O coração de Aécio Neves se divide pelos vários locais do Brasil onde ele constrói sua história e seu trabalho é reconhecido.
Na tarde de hoje (3/9), Aécio Neves recebe o título de Cidadão Honorário da Bahia, na Assembléia Legislativa do Estado. O projeto - proposto pelos deputados Elmar Nascimento (PR), Leur Lomanto Jr. (PMDB) e Paulo Azi (DEM) - foi aprovado por unanimidade na Casa. O Aécio Blog conversou com o deputado Leur Lomanto sobre a concessão desse título:
AB - Deputado, o que motivou a elaboração do projeto?
O projeto é uma forma de homenagear a história política, a dedicação, a representatividade nacional, a grande figura humana que é Aécio Neves, o governador de Minas.
AB - Qual a relação de Aécio com a Bahia?
Essa relação está na essência de seu contato sempre afetuoso com os baianos, estabelecido nas vezes em que visitou nossa terra e que criou, nela, ricas oportunidades de relação. Lembro que, quando eu ainda era garoto pude conhecê-lo e compartilhar de sua presença em clima de grande amizade e companheirismo com o meu pai Leur Lomanto, que foi seu colega na Câmara Federal.
AB - Qual a sua impressão sobre Aécio Neves, seu trabalho e sua história?
O governador Aécio é um modelo de inspiração para os jovens políticos deste país.
Vale destacar a sua marcante passagem em todas as frentes, como, por exemplo, a sua trajetória na Câmara Federal, onde com simpatia e competência conquistou a todos, conseguindo ser eleito presidente daquele Legislativo. Seu currículo é admirável e o reconhecimento do povo mineiro, que o elegeu com uma vitória histórica e que mais uma vez confiou em seu trabalho reelegendo-o em 2006, é a maior prova disso.
A história de Aécio demonstra a sua vontade política de sempre levar melhorias ao povo de Minas e a todo o país. Um traço expressivo de sua personalidade é a dedicação à vida pública.
Ressalto, entre as passagens importantes de sua carreira, o seu mandato na Câmara Federal, onde ajudou a instituir o voto aos 16 anos, e a sua ascensão ao governo do Estado mineiro, onde iniciou o "choque de gestão", com a filosofia do equilíbrio financeiro e os investimentos na gestão de pessoas e em setores importantes como educação e segurança.
Sem fragmentação
Por Ana Vasco, 2 de Setembro de 2009, 20h54
"O Brasil, por ser tão grande, não admite mais o pensamento curto e ações fragmentadas" (Aécio Neves, 2 de setembro)
Falando nisso...
Aécio Neves voltou a falar hoje (2/9) sobre a sua posição na discussão que tem sido travada em relação ao pré-sal. Aécio defende que uma parte significativa dos royalties do pré-sal sejam utilizados para sanar problemas crônicos que todo o Brasil enfrenta atualmente, especialmente nas áreas da saúde e da educação.
"Não há drama maior para a população brasileira, sobretudo de mais baixa renda, do que o serviço de saúde pública no Brasil e também investimentos na educação, a grande fronteira a ser ultrapassada", ressalta Aécio.
Ele entende que os estados produtores devam receber um percentual maior dos recursos gerados, devido aos gastos com investimentos e com a recuperação de danos que possam ser causados, mas acredita que seja "absolutamente impensável que uma parcela expressiva desses recursos deixe de ser aplicada no restante do país".
Aécio é também a favor da criação de um fundo específico para essas áreas, que seja aplicado nos demais estados, que só possa ser utilizado se o destino for comprovado.
Por ser um assunto delicado, que visivelmente requer mais discussões, Aécio não compreende a pressa para a aprovação, no Congresso, da proposta apresentada. Para ele, é necessário um prazo "não de noventa dias, mas quem sabe de alguns poucos meses a mais, para que possamos aprovar consensualmente algo que não é propriedade de um governo ou de um partido político. É propriedade da população brasileira".
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