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Brasília, 14 de Abril de 1999 |
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Folha de S. Paulo , 27 de Novembro de 2005 |
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Histórico
Despedida e Inspiração
Por Ana Vasco, 12 de Setembro de 2009, 18h49
Hoje (12/9) foi um dia de muita emoção para Aécio Neves. Em Diamantina (MG), ele presidiu, pela última vez, como governador de Minas, a cerimônia em comemoração ao aniversário de Juscelino Kubitschek e de entrega das medalhas JK.
"Esta solenidade toca no fundo da alma dos mineiros que como eu valorizam a nossa trajetória. Juscelino é sempre uma inspiração. Ao estar aqui no solo de Diamantina, é natural que eu me sinta estimulado - contemplando o cruzeiro à nossa frente, que Juscelino tanto contemplava - e também impulsionado, a pensar o Brasil e os desafios que temos pela frente", afirmou Aécio.
Aécio foi recebido, na casa em que nasceu JK, pela filha do grande estadista, Maristela Kubitschek Lopes. Lá, descerrou uma placa em comemoração aos 50 anos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), criada por JK. Sempre acompanhado por Maristela, depositou flores no monumento do ex-presidente e entregou 180 medalhas a personalidades que se destacaram nas mais diversas áreas, no Brasil.





Durante o evento, os integrantes da Velha Guarda da Mangueira prestaram uma homenagem ao governador, cantando o samba enredo sobre a Estrada Real, que, em 2004, foi o tema do desfile da escola carioca.
Homens do tamanho do Brasil
Por Ana Vasco, 12 de Setembro de 2009, 16h28

O Brasil comemora hoje o aniversário de Juscelino Kubitschek.
JK nasceu em Diamantina (MG), em 12 de setembro de 1902.
Democrata, foi um dos maiores presidentes que o Brasil já teve.
“Marcos fundamentais ao desenvolvimento de Minas
foram edificados com inteligência e ousadia.
Mas, um homem público, para ter a dimensão da sua missão,
não pode apenas ser um exitoso administrador.
É preciso que ele encarne os sonhos e as esperanças de sua gente.
É preciso que o seu povo nele se reconheça e nele confie.
E Juscelino foi tudo isso para os mineiros e os brasileiros.”
(Aécio Neves, em seu discurso de pose como governador, 1º de janeiro de 2007)
"Para a nossa geração, construir o futuro do Brasil
seguindo o modelo renovador, democrático e solidário de JK,
é a forma mais justa de rendermos homenagem a esse brasileiro
que entrou para a História sem se afastar do nosso coração."
(Aécio Neves, na Cerimônia de Entrega das Medalhas JK, 12 setembro de 2009)
Em BH...
Por Ana Vasco, 11 de Setembro de 2009, 22h27

"O que fiz, como governador do Estado, de forma absolutamente correta,
educada, foi alertar o governo federal para o atraso desses investimentos
em Minas Gerais", Aécio Neves, 11 de setembro.
Foto: Rafa Aguiar / Aécio Blog, Café da Travessa Livraria, 10 de setembro
Artigo - Evaldo Vilela
Por Ana Vasco, 11 de Setembro de 2009, 09h41
O uso do conhecimento para vencer a crise
No momento em que estamos saindo de uma grave crise econômica que se abateu sobre a renda e o emprego, nada mais importante que os governantes tenham uma clara visão do futuro e tomem decisões acertadas. E assim o governador Aécio Neves tem agido. Durante o último Fórum Mineiro de Inovação, no Palácio da Liberdade, em abril, quando vivíamos o auge da crise, ele assegurou a manutenção dos investimentos em Ciência, Tecnologia e Inovação. Com isso, ele protegeu as iniciativas da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e da Fapemig.
Ao criar o Sistema Mineiro de Inovação (Simi), no final do seu primeiro mandato, o governador fez sua opção pelo uso do conhecimento cientifico e tecnológico como forma de garantir a competitividade das empresas no comércio globalizado. Hoje todos enxergam que os países investidores em inovação e com maior equilíbrio financeiro estão saindo primeiro da crise.
Assim ficou demonstrado o acerto do atual governo de Minas, mantendo os programas que, de modo pioneiro e crescente, vem criando um perfeito ambiente de inovação, aproximando universidade e empresa, e assegurando a criação de empresas inovadoras, capazes de gerar novos postos de trabalho, o que mostra inequivocamente o acerto e o compromisso com a chamada economia do conhecimento.
São investimentos da ordem de R$ 1 bilhão, de 2007 a 2010, em políticas públicas bem estruturadas, como a implantação de parques tecnológicos; estímulo às incubadoras para criação de novas empresas; implantação dos polos de excelência e de inovação em áreas estratégicas do território mineiro; e os Arranjos Produtivos Locais – APLs, intensivos no uso de tecnologias. Há também investimentos nas “inteligências competitivas” em áreas importantes para o pleno desenvolvimento, como a capacitação e absorção de novos talentos que impulsionam a inovação em Minas.
O reconhecimento da comunidade acadêmica aos acertos das ações de Aécio Neves é evidente e contagiante, assim como o reconhecimento do empresariado que nos chega a toda hora. A continuidade dessas ações é imprescindível para que não haja interrupção na inserção definitiva de Minas na economia do conhecimento, à semelhança da China, Coreia e outras regiões. Ter um governador que entende tão bem este momento da historia da geração é ter a certeza de que Minas já começa a ser o melhor lugar para se inovar.
Evaldo Vilela é secretário adjunto de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais. É agrônomo, mestre em entomologia pela Universidade de São Paulo (USP) e Ph.D em ecologia pela Universidade de Southampton, na Inglaterra. É também membro do Conselho Curador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e vice-presidente da Sociedade Entomológica do Brasil. Foi diretor-científico da Fundação Arthur Bernardes, de 1993 a 1999, reitor da UFV, de 2000 a 2004, e é aposentado, como professor titular, desde 2007.
Sobre o Aeroporto, as rodovias e o metrô...
Por Ana Vasco, 11 de Setembro de 2009, 02h55
Dizem que um Estado Democrático é o que promove a distribuição de responsabilidades, deveres e de recursos entre cada ente federado.
Dizem que um Estado Democrático é aquele no qual cada entidade estabelece e cumpre metas, prazos e assume responsabilidades exclusivas.
Dizem que um Estado Democrático é aquele onde todos têm o direito de se indignar, de cobrar, de sugerir, de contestar, mantendo o respeito e a educação.
Dizem que um Estado Democrático é aquele no qual cada representante estadual tem o dever de observar os problemas de infra-estrutura que afetam os cidadãos e de buscar soluções conjuntas, com todos os níveis da federação, para a melhoria dos serviços e para o bem-estar social.
Dizem que um Estado Democrático é o que funciona com agilidade, de forma integrada, evitando desgastes com atitudes protecionistas e interesses partidários ou eleitorais, para promover a cidadania ampla e a sinergia entre cada integrante.
Dizem que um Estado Democrático é aquele em que a verdade é sempre respeitada e não há justificativa que possa desviá-la.
Dizem que no Brasil a Democracia já foi completamente instituída.
Mas não sabem...
quantas mudanças ainda faltam para este País
se tornar um Verdadeiro Estado Democrático.
Sobre as últimas notícias, leia aqui.
Especialmente sobre a situação do metrô, leia mais aqui.
Por Ana Vasco, 10 de Setembro de 2009, 22h09
Aécio Neves participou, na noite de hoje (10/9), do lançamento do livro "Meeiros de café – Gente e ocupação da zona proibida do Caparaó", do político e professor Vivaldo Barbosa, no Café da Travessa Livraria, em Belo Horizonte.

O autor do livro é mineiro de Manhumirim, advogado, professor da Unirio e já lecionou na PUC, na Universidade Cândido Mendes e na Fundação Getúlio Vargas.
Pedetista, foi Secretário de Justiça do Rio, no Governo Leonel Brizola, e deputado federal, representando o Rio de Janeiro.

Em seu livro "Meeiros de Café", Vivaldo narra a história da região da Serra do Caparaó, no leste de Minas Gerais. Conta como a população indígena foi extinta na região e como o café passou a ser a cultura principal daquela terra. Uma história coberta de detalhes, personagens emblemáticos e fatos marcantes para todo o povo mineiro.
De Minas para o Brasil
Por Ana Vasco, 9 de Setembro de 2009, 22h53
Mais um projeto que deu certo em Minas serve como referência para o resto do Brasil. Na manhã de hoje (9/9), Aécio Neves apresentou o Projeto Regresso para Afif Domingos, secretário do Emprego e Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, que veio a Belo Horizonte especialmente para conhecer a experiência.
O Projeto Regresso é uma iniciativa inédita do governo de Minas, desenvolvido em parceria com o Instituto Minas Pela Paz. É um programa que visa a reintegração de egressos do sistema prisional no mercado de trabalho. Graças ao projeto, em Minas Gerais, mais de 300 ex-detentos estão tendo uma nova oportunidade de vida, empregados em 36 empresas. O governo de Minas auxilia as empresas empregadoras, repassando dois salários mínimos para cada ex-detento contratado pelo período de 24 meses. Essa experiência, que tem dado certo por aqui, surpreendeu Afif Domingos.
“O grande problema é que existe uma forte discriminação dentro das empresas a respeito daqueles que são oriundos do sistema prisional. O que está sendo feito em Minas é um preparo das empresas para poder recebê-los. Tem de ter um projeto muito específico e não apenas jogar a pessoa no ambiente de trabalho. Ele tem de ter uma convivência e um reaprendizado. É convivendo com a sociedade no trabalho. E esse trabalho que estão fazendo aqui com 300 presos é uma experiência fundamental para que a gente possa acompanhar qual é a evolução deles dentro dessas empresas que são organizadas e preparadas pra recebê-los. Essa experiência é que gostaríamos de levar para lá”, afirmou o secretário.
E é justamente essa troca que experiências com outros Estados do Brasil que interessa a Aécio Neves. Segundo ele, "administrar é muitas vezes copiar, se inspirar em boas experiências, obviamente, adaptando-as a outras realidades".
Falando nisso...
Por Ana Vasco, 9 de Setembro de 2009, 14h49
Encontrei por aqui um texto de Luis Fernando Verissimo, publicado na revista Veja, em maio de 1985. Atualíssimo! Transcrevo pois, mais do que uma homenagem a Tancredo, é um texto que nos leva a pensar sobre o Brasil e sobre as "caras" do poder... plastificadas, treinadas, emolduradas. Sobre o nosso desejo de mudança, que descarta modelos repetidos e propõe avanços.
"Caras"
Luis Fernando Verissimo
No Palácio dos Papas, em Avignon, tem uma sala com retratos de todos os pontífices que reinaram daquela cidade da Provence depois que a Santa Sé se mudou de Roma e dos antipapas que se sucederam em Avignon durante o cisma da Igreja. São pinturas do mesmo tamanho e no mesmo estilo. E, curiosamente, com a mesma cara. Não se distingue papa de papa, ou de antipapa, a não ser pela plaqueta com o nome que os identifica.
Você começa a desenvolver teorias sobre o fato. Obviamente, o papado não podia ser uma sucessão dinástica, de pai para filho, ou mesmo sobrinho, o que explicaria a incrível semelhança entre todos os retratados. Será alguma coisa na água ou no ar de Avignon, ou mesmo a luz neste salão de pedra, que dá a todos estes rostos a mesma expressão?
Todos foram retratados com a mesma idade. Pode ser coincidência. As roupas variam, mas as poses são mais ou menos iguais. Nada demais. As convenções para se pintar notáveis não mudaram muito em menos de um século, que foi o tempo em que houve papas em Avignon. Mas todos parecem pintados pelo mesmo pintor.
Este pintor teria que ser um fenômeno de longevidade para ter pintado todos os papas, e o último com a mesma firmeza de mão e de estilo com que pintara o primeiro. E teria que ser um fenômeno de simpatia e habilidade política para ter pintado todos os papas sem cair em desgraça com nenhum deles. E, mesmo aceitando-se a improvável tese do mesmo pintor em atividade durante quase 100 anos, como se explica que todos os papas têm o mesmo nariz, o mesmo queixo, o mesmo olhar?
A explicação lógica quem dá é a guia que nos acompanha na visita. Todos os quadros são mesmo de um único pintor, que não precisou trabalhar durante 100 anos nem bajular ninguém na corte para não perder o posto. Ele nem conheceu os papas retratados. E usou o mesmo modelo para todos eles. A importância dos quadros é menos histórica do que decorativa. Pensando bem, que diferença faz saber a fisionomia exata desde papa em comparação com a daquele? Apenas, se a guia não tivesse dito nada, eu estaria até agora remexendo teorias a respeito e já teria certamente chegado à metafísica. Que é, afinal, para onde a Igreja quer nos levar.
Alguém, algum dia, vendo os retratos reunidos de todos os presidentes do Brasil depois de 1964, poderia chegar a uma explicação oposta: são fisionomias diferentes de um mesmo modelo. Poderia até incluir o retrato do Tancredo nesta galeria imaginária e pensar que, assim como os papas pintados de Avignon continuam com a mesma cara antes e depois do cisma, o presidente civil só se diferenciaria dos militares no poder por detalhes. Os papas e antipapas se excomungavam mutuamente sem que isto mudasse muito as condições dos fiéis que pagavam pelas suas cortes paralelas. Mas a Nova República não seria o mesmo modelo com outra cara porque a cara era do Tancredo. A diferença estava na cara. O formato do nariz era a alegria dos chargistas, mas o que Tancredo representava para o país estava no resto do rosto, na curiosa combinação de determinação e serenidade, matreirice e integridade nas suas feições. O país apaixonou-se por Tancredo porque ele contrastava tão radicalmente com os generais que o antecederam que literalmente incorporava a mudança que todos queriam. Era um compêndio de contrários, o bom velhinho que vinha rejuvenecer o país, o típico acomodador mineiro que chegava como o símbolo de inconformismo.
O que está começando é um novo papado, um antipapado sem o poder que pensa que tem ou o mesmo modelo com outra pose. Descobriremos logo, certamente em menos de um século. Mas a cara que o distinguia não tem mais. Pelo que representou de esperança e pelo que comoveu com sua agonia, Tancredo já passou à história como o melhor presidente que o Brasil quase teve.
Aécio fala sobre seu avô Tancredo
Por Ana Vasco, 8 de Setembro de 2009, 18h12
Ouça aqui o principal trecho da entrevista que Aécio Neves deu para o jornalista Mário Kertész, na Rádio Metrópole, em Salvador, na tarde de quinta-feira (3/9).
É um registro histórico, no qual Aécio relembra os últimos momentos da vida de seu avô e fala sobre as suas próprias sensações e impressões, naquele período.
Quem conhece, aprova.
Por Ana Vasco, 8 de Setembro de 2009, 14h27
A pesquisa CNT/Sensus, divulgada na manhã de hoje (8/9), mostra que, entre os possíveis candidatos à eleição presidencial de 2010, Aécio Neves é o que tem menor índice de rejeição, com apenas 26,3%. A pesquisa também indica que Aécio é o segundo pré-candidato menos conhecido (30,2% dos entrevistados não sabiam quem ele era).
Leia mais aqui
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