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Belo Horizonte, 1 de Janeiro de 2003 |
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Folha de S. Paulo, 5 de Março de 2007 |
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Histórico
Um palácio suspenso no ar
Por Ana Vasco, 13 de Outubro de 2009, 19h53
Agora não é só projeto: Minas Gerais já abriga o maior prédio suspenso do mundo. Na tarde de hoje (13/10), Aécio Neves, com a ajuda de operários, retirou o último pilar provisório que sustentava o edifício da futura sede do governo de Minas, no Centro Administrativo, o Palácio Tiradentes.

Aécio Neves, durante a retirada do último dos 30 pilares.

E operando o trator com guindaste, para deitar a peça no chão.
O prédio, que ainda está em obras, tem um vão livre de 147 metros de comprimento e 26 metros de largura. Retirados os 30 pilares metálicos que o sustentavam, ele está agora suspenso por 30 tirantes formados por conjuntos de 36 cabos de aço. São, portanto, 1080 cabos de aço, presos em 15 vigas de concreto de 20 metros de comprimento e 3,4 metros de altura, localizadas na parte superior e apoiadas em dois grandes pórticos paralelos de concreto armado, que fazem a estrutura se manter erguida.

Após a retirada do pilar, Aécio Neves anunciou a todos a data para o início da mudança do governo de Minas para a Cidade Administrativa. A partir do dia 15 de janeiro de 2010, as primeiras equipes - a Governadoria, a Vice-Governadoria e as secretarias de Planejamento e Gestão e de Governo - passarão a funcionar nesse novo local. Aécio acredita que até o fim do primeiro semestre, todos os 16 mil servidores que trabalharão na Cidade Administrativa já terão sido transferidos.

Na tarde de hoje, Aécio Neves também enviou à Assembléia Legislativa um projeto de lei que nomeia cada uma das construções da Cidade Administrativa. De acordo com Aécio, o edifício que abrigará a sede do governo se chamará "Palácio Tiradentes"; o auditório terá o nome do "Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira"; e os dois grandes prédios das secretarias serão chamados de "Minas" e de "Gerais".
Do tamanho do Brasil
Por Ana Vasco, 13 de Outubro de 2009, 01h01
Em entrevista para Anna Ruth Dantas, publicada neste domingo (11/10), no jornal Tribuna do Norte, Aécio Neves nos conta um pouco sobre as suas propostas para o futuro do país. De acordo com Aécio, para se governar bem é preciso introduzir na máquina pública ferramentas de gestão; atuar com planejamento e metas; e saber aplicar, com responsabilidade, o dinheiro público.
E tem mais, para Aécio, chegou a hora de se fazer no Brasil uma grande convergência política - uma aliança entre partidos que defendam a eficiência do Estado em prol da melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro.
"Acho que o Brasil precisa de algo novo. O Brasil precisa olhar para frente. As pessoas estão cansadas dessa polarização, dessa radicalização na política brasileira e dessa disputa pela paternidade de um ou outro programa. Mais do que saber quem é que fez mais se foi Fernando Henrique ou se foi Lula, o que nós temos que dizer é o que precisa ser feito. Eu quero dar a minha contribuição com a experiência desses sete anos de Governo em Minas Gerais, é algo que eu acredito que o Brasil precisa viver. Governos profissionalizados, com metas claras a serem alcançadas. E essas metas são a melhoria da qualidade de vida da população", diz Aécio.
Sobre a sua história política, Aécio conta que foi um "espectador privilegiado da mais bem construída articulação política já feita no hemisfério Sul, que nos levou a retomada da democracia". De Tancredo, ele acredita ter herdado a capacidade de dialogar e estabelecer alianças. Seu avô tem sido a inspitação para o seu trabalho e sua relação com o Brasil, em especial com a região nordeste do país.
Para terminar, Aécio nos conta um segredo: suas armas para conquistar votos sempre serão a verdade, a naturalidade e a honestidade. "As pessoas sabem olhar, receber e entender se as pessoas falam ou não a verdade. As pessoas sabem entender sempre. Você deve ser você sempre em todos os instantes. Para conquistar um voto é preciso ser sempre sincero, natural, não precisa se preparar para isso. O voto se conquista com naturalidade e sobretudo com sinceridade. Essa tem sido minha história e talvez por isso eu tenha conquistado 80% dos votos nas últimas eleições em Minas Gerais", explica Aécio.
Leia a entrevista completa aqui.
Dia das Crianças
Por Ana Vasco, 12 de Outubro de 2009, 23h57

Bem no finalzinho do dia das crianças,
uma foto de Aécio Neves e de sua irmã, Andrea,
quando eram bem pequenos.
Moda mineira é destaque em Dubai
Por Ana Vasco, 12 de Outubro de 2009, 23h10
A elegância e a ousada criatividade da moda brasileira encantou também o mundo árabe, no último domingo (11/10), durante a Who´s Next Premiere Classe, realizada em Dubai, nos Emirados Árabes. Na platéia, Aécio Neves, que está chefiando a missão da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) na região, acompanhou os momentos de estréia de uma parceria promissora entre o seu estado e o Oriente Médio.
O objetivo da missão empresarial mineira é divulgar e criar laços comerciais entre o setor produtivo da moda do estado e os mercados emergentes da Ásia e do Oriente Médio. Durante a feira de moda, 250 marcas de todo o mundo - entre as quais 15 brasileiras - tiveram a oportunidade de apresentar as tendências da próxima temporada primavera-verão 2010 e fazer negócios.

Croqui da paulista Iódice, inspirado no evento em Dubai
De acordo com Aécio Neves, durante a Who’s Next, os estandes dos estilistas mineiros estavam bem concorridos e muitas transações foram realizadas logo no dia da abertura do evento. "Foi uma alegria muito grande poder ver aqui reconhecidos os talentos de mineiros do sul de Minas, como de Jacutinga; dos mineiros próximos da nossa capital, de Lagoa Santa; mineiros do Triângulo Mineiro, de Uberlândia, fazendo enorme sucesso. Saio daqui muito confiante que Minas também avança com apoio da Federação das Indústrias, com apoio do Governo do Estado, para se consolidar internacionalmente e nós temos também na moda um espaço de geração de emprego, de geração de renda, e de prosperidade para muitos mineiros", comemorou Aécio, em entrevista, logo após o evento.
Leia mais aqui.
Lições de Tancredo
Por Ana Vasco, 10 de Outubro de 2009, 23h53
Nesta semana, o jornalista Augusto Nunes publicou, em seu blog, mais uma das lições que aprendeu com o avô de Aécio, Tancredo Neves, quando esteve ao seu lado, nos últimos anos de sua trajetória política.
Com seus textos, bem temperados e recheados com o humor sofisticado de Tancredo, Augusto Nunes nos leva a pensar no quanto as lições desse personagem fantástico da história do Brasil podem ser aplicadas nos tempos atuais...
Nesta quinta lição, Augusto Nunes nos conta sobre as dificuldades para se atuar na política e saber lidar, ao mesmo tempo, com as intrigas e as condições desfavoráveis criadas por aqueles que temem os processos democráticos.
Quer saber logo qual é a lição?
"Um acordo entre contrários é muito mais difícil do que uma vitória eleitoral"
Vale pensar sobre isso... Depois de tirar daí o recado mais óbvio, interpreto à minha forma, menos simplista e rasa. É preciso entender que muitas vezes os maiores opositores de alguém disposto a trabalhar com seriedade podem ser os que permitem que ele atue, mas dentro de limitações e condições inflexíveis, que essas mesmas pessoas estabelecem, seguindo critérios restritos. Como identificar esses indivíduos? Eles sempre correm por caminhos inversos ao da democracia ampla e da liberdade pessoal... Um acordo entre esses contrários é realmente muito difícil. Foi assim na história registrada por Augusto Nunes...
Para quem quer aprender um pouco sobre a "política do bem", feita com leveza e uma boa pitada de ironia, sugiro que navegue pelos textos de seu blog:
Lição nº 1 -"Fazer visita é bem melhor que ser visitado"
Lição nº 2 - "Não se tira o sapato antes de chegar ao rio. Nem se vai ao Rubicão para pescar"
Lição nº 3 - "Escolher o adversário, às vezes, é muito mais importante que escolher o aliado"
Lição nº 4 - "Só examine a espuma depois que as ondas pararem de bater"
Lição nº 5 -"Um acordo entre contrários é muito mais difícil do que uma vitória eleitoral"
Espaço da Política
Por Ana Vasco, 9 de Outubro de 2009, 20h50
Você quer conhecer o gabinete do governador de Minas Gerais,
no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte?
Em setembro, conseguimos registrar esse momento,
durante uma reunião entre Aécio Neves e o secretário de Estado
de Transportes e Obras Públicas, Fuad Noman.

"Eu tenho um orgulho enorme de fazer o que eu faço - de dizer que eu sou político sim -, porque tenho a dimensão exata do que significa a política.
A política exercida com seriedade, na dimensão que presisa ser exercida.
Porque é a boa política que vai nos permitir construir
uma cidade, um país, um estado,
numa sociedade mais justa."
(Aécio Neves, em entrevista ao Programa Conexão Roberto D Ávila,
na TVE Brasil, 17 de setembro de 2004)
Minas na rota dos investimentos árabes
Por Ana Vasco, 8 de Outubro de 2009, 18h42
Mais uma vez, Aécio Neves encontra fora das fronteiras do estado que administra novos parceiros e potenciais investidores para os projetos de Minas e do Brasil. Na manhã de hoje (8/10), em Abu Dhabi, Aécio foi recebido pela ministra da Economia dos Emirados Árabes, Lubna Al Qasimi, pelo presidente do Departamento de Desenvolvimento Econômico dos Emirados, Nasser Alsowaidi, e pelo sheik Ahmed bin Zayed, presidente do Abu Dhabi Investment Authority (ADIA), um dos maiores fundos de investimentos do mundo, com uma carteira de US$ 1 trilhão.

Aécio com Lubna Al Qasimi, ministra de Economia dos Emirados Árabes / Foto: Divulgação
No encontro com Aécio, Lubna Al Qasimi ressaltou que o país gostaria
de ampliar as relações comerciais existentes com o Brasil e implementar novas.
Ela afirmou ainda que os Emirados Árabes tem especial interesse
em estabelecer relações comerciais com o setor de alimentos
e explicou que o seu país pode ser uma porta de entrada de Minas
para os países da região do Golfo, para a Índia e para outros países asiáticos.

Aécio com Lubna Al Qasimi, ministra de Economia dos Emirados Árabes / Foto: Divulgação
"Estamos colocando Minas Gerais na rota dos investimentos,
hoje, mais expressivos do mundo.
Há um interesse natural pelo Brasil,
em razão das perspectivas novas que se abrem para o nosso país.
E estamos demonstrando que Minas pode ser um porto seguro
e privilegiado para esses investimentos”
(Aécio Neves, após encontro com a ministra dos Emirados Árabes,
em Abu Dhabi, 8 de outubro)

Aécio com o sheik Ahmed bin Zayed, presidente do fundo de investimento ADIA / Foto: Divulgação
Com o meio-irmão do presidente dos Emirados Árabes, o sheik Ahmed bin Zayed,
Aécio Neves discutiu sobre a possibilidade de aproximação entre os seus países.
Aécio também detalhou para os diretores da ADIA informações sobre as áreas de agronegócio e infraestrutura de Minas; lembrou que o Estado é pioneiro no Brasil nas parcerias público-privadas (PPPs); e salientou que, além de possuir uma economia forte e diversificada, Minas hoje é reconhecida pela moderna gestão da administração pública, que estimula e agiliza parcerias com o setor privado.
Os diretores da ADIA mostraram especial interesse nas áreas de energia,
agronegócio e infraestrutura rodoviária de Minas Gerais.
Aécio colocou a equipe econômica do governo do Estado à disposição
do fundo árabe, para detalhar oportunidades de negócio e possíveis parcerias.

Terno e túnica em jantar nos Emirados Árabes / Foto: Faizal Valappil
No fim do dia, Aécio jantou com o presidente
do Departamento de Desenvolvimento Econômico dos Emirados, Nasser Alsowaidi,
com quem conversou, principalmente, sobre energia e infraestrutura viária.
Amanhã (9/10), Aécio acompanha, em Dubai, uma delegação de empresários
organizada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg),
que tem o objetivo de divulgar a moda mineira e pesquisar in loco
as estratégias de negociação com as grandes magazines estabelecidas na região.
Menos um boato
Por Ana Vasco, 7 de Outubro de 2009, 11h35
"Sempre tive com o presidente (da República)
uma relação extremamente respeitosa.
Ele sabe em qual campo político eu atuo.
O PSDB tem dois nomes colocados à Presidência da República.
Vamos discutir no tempo certo de que forma essa decisão ocorrerá.
Tenho tido com o governador Serra a melhor das relações e,
no campo político, somos adversários do presidente Lula.
Se o presidente Lula, obviamente, tiver algum conselho nesse campo,
dará aos seus aliados e não aos seus adversários
até porque ele me respeita e é por isso mesmo que eu o respeito.
Só aqueles de muita pouca personalidade e nenhuma dimensão política
é que temem conversar com o adversário
e transformar uma conversa numa subordinação.
Minha conversa com o presidente da República será sempre republicana.
Ocorrerá quantas vezes isso for necessário, sobretudo,
quando os interesses do meu Estado estiverem em jogo.
No campo político, eu trabalharei com as pessoas sérias
que estejam no campo das oposições."
(Aécio Neves, sobre os boatos que surgiram após a conversa
que ele teve com o presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva,
em Brasília, na semana passada. Roma, 6 de setembro).
Negócios e Política, em Roma
Por Ana Vasco, 6 de Outubro de 2009, 23h18
Hoje foi um dia de muitos encontros importantes para Aécio Neves, em Roma, na Itália. Para começar, ele se reuniu com o presidente da Terna - Rete Elettrica Nazionale S.p.A (Terna S.p.A), Flavio Cattanio, e com o diretor-geral da Terna Participações, Alessandro Fiocco, para discutir sobre a transmissão do controle acionário da empresa - comprada em abril - para a Cemig, ainda neste mês. Até então, a Terna é controlada pelo governo italiano.
Depois, Aécio foi recebido pelo ministro da Defesa, Ignazio La Russa, que é também presidente do partido do governo, Popolo Della Liberta; com o secretário do Conselho de Ministros, Gianni Letta - um dos principais auxiliares do presidente Silvio Berlusconi; e com o ministro da Economia, Giulio Tremonti. E com eles tratou dos mais variados assuntos, além, é claro, da parceria estabelecida entre a estatal italiana e a empresa de energia de Minas Gerais, a Cemig.
A Terna Participações S.A., empresa adquirida pela Cemig por R$ 2,2 bilhões, atua no mercado de transmissão de energia elétrica e está presente nos estados da Bahia, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. Em 2008, o faturamento do Grupo Terna foi superior a R$ 400 milhões no Brasil. Com aquisição, a Cemig amplia em 65% sua rede de transmissão.
Com o ministro Giulio Tremonti, Aécio discutiu, ainda, sobre a situação de estabilidade econômica do Brasil e sobre a necessidade de reformas estruturais, que precisam ser realizadas, independente do resultado eleitoral, em 2010.
O secretário Gianni Letta conversou com Aécio sobre a importância da unidade da Fiat instalada em Minas Gerais, para o Grupo italiano. Tanto Letta quanto Aécio disseram acreditar que a pior fase da crise econômica mundial já passou.
Sobrou tempo até mesmo para Aécio encontrar-se com Píer Ferdinando Cassini, o presidente do UDC, o partido oposicionista ao governo italiano; e com o secretário-geral do partido, Lorenzo César. Aécio já conhecia Píer desde a época em que era presidente da Câmara dos Deputados, enquanto Cassini presidia a Câmara italiana.

Aécio com o ministro da Economia da Itália, Giulio Tremonti - Foto: Fabrizio Romiti

Djalma Morais, Flavio Cattanio, governador Aécio Neves e Gianni Letta - Foto: Fabrizio Romiti

Aécio com o secretário do Conselho dos Ministros da Itália, Gianni Letta,
e com o ministro da Defesa da Itália, Ignazio La Russa - Fotos: Fabrizio Romiti

Aécio com o presidente do UDC (partido oposicionista ao governo), Píer Ferdinando Cassini
Foto: Fabrizio Romiti
"Tive a oportunidade de conversar com algumas das principais
autoridades políticas da Itália, inclusive, com o ministro da Economia,
com o ministro da Defesa e há, entre todos eles,
uma grande expectativa em relação ao que ocorre no Brasil,
sobre o processo de crescimento por que passa o Brasil.
Não se planeja estrategicamente um investimento
ou parcerias no campo político sem que o Brasil tenha um papel de destaque".
(Aécio Neves, após encontro com os ministros da Itália.
Roma, 6 de outubro de 2009)
O Encanto Possível
Por Ana Vasco, 6 de Outubro de 2009, 15h48
A história de Tancredo Neves, como político e estadista,
é conhecida por todos os brasileiros.
Mas poucas foram as pessoas que tiveram total acesso à vida privada de Tancredo.
Seus filhos e netos fizeram parte desse universo restrito,
que ele protegia como um doce escudeiro.
Para eles, além de ser um grande exemplo, Tancredo foi um amigo,
próximo, acessível e real. Pesquisando sobre essa história, que sempre me
causou imenso fascínio, consegui ter acesso a um artigo,
escrito um ano antes da morte de Tancredo, por Andrea Neves,
irmã de Aécio, e sua primeira neta. No texto, publicado na Revista Vogue,
Andrea, ainda muito jovem, nos apresenta Tancredo pelo olhar familiar,
o homem palpável, que, longe de ter vocação para mártir, era humano, era avô.
Estranhamente, o texto já tem sabor de saudade.
Foi uma despedida antecipada e comovida,
de um homem sem tamanho para seus netos.
Contam que ao ler o artigo de Andrea, Tancredo, que viajava para o Rio,
de avião, acompanhado por dona Risoleta, emocionou-se e chorou.
Mas ao chegar em casa e ver Andrea, disse a ela:
- Você não sabe usar as vírgulas.
Naquele tempo, a emoção precisava ser bem guardada
para não perder o seu poder...
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