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"É hora de reunirmos a nação inteira, para a tarefa de promover as mudanças corajosas que a realidade exige."

Ouro Preto, 21 de Abril de 2009

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A Construção de Oportunidades
"Não podemos pensar em desenvolvimento para o Brasil e perspectivas para nossos jovens sem o pilar da educação."

Jornal O Globo, 3 de Janeiro de 2008
 
Imprensa em destaque
Aécio é o melhor governador do Brasil, de acordo com ranking do Datafolha.

Reportagem da Revista Isto É mostra que quem conhece, quer Aécio

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Histórico

Parcerias do bem
Por Ana Vasco, 3 de Novembro de 2009, 22h48

Aécio Neves recebeu, novamente, no Palácio da Liberdade, na tarde de hoje (3/11), o prefeito de Belo Horizonte, Márcio Lacerda. Dessa vez, o encontro foi para a assinatura de um convênio para elaboração do Hospital Metropolitano do Barreiro. O investimento, orçado em 2,3 milhões, será dividido entre o governo de Minas e a prefeitura. A previsão é que o hospital comece a funcionar no primeiro semestre de 2012, com capacidade de atendimento diário de 400 a 500 pacientes, vindos da região do Barreiro, da região Oeste de Belo Horizonte e de municípios vizinhos.



Durante a solenidade, Aécio Neves ressaltou a importância do trabalho em conjunto, para o bem da sociedade. “Hoje estamos percebendo de forma muito clara como é bom para a população, quantas vantagens tem a população, quando você planeja conjuntamente, quando se tem estratégias comuns que permitem um ganho de tempo, uma otimização dos recursos financeiros nos esforços de todos nós”, disse.
 



Resultado da Enquete - Qual destes políticos deu o apoio que foi decisivo para Aécio em sua campanha para a presidência da Câmara, em 1999?
Por Ana Vasco, 3 de Novembro de 2009, 01h33

Dessa vez, a maioria acertou a enquete! Foi a partir de uma conversa com o então governador de São Paulo, Mário Covas, que Aécio Neves sentiu que tinha condições e apoio suficiente para apresentar seu nome como alternativa para a presidência da Câmara dos Deputados, na sucessão de Michel Temer, em 1999.


Mário Covas: praticamente o padrinho de Aécio em sua candidatura pela presidência da Câmara.


Mário Covas perguntou a Aécio se ele tinha a unidade da bancada e disposição para enfrentar a resistência do seu partido e do governo. Após a resposta afirmativa de Aécio Neves, Covas garantiu a ele todo o seu apoio para a candidatura. E ter o aval de um dos fundadores do partido e um dos grandes nomes da política nacional, foi para Aécio, naquele momento, o maior estímulo para o desenvolvimento do projeto.

Vale lembrar que todos os outros nomes da lista - Itamar Franco, Marconi Perillo e Tasso Jereissati -, bem como outros importantes políticos do PSDB, apoiaram declaradamente Aécio Neves após a oficialização de sua candidatura.


 

Qual destes políticos deu o apoio que foi decisivo para Aécio em sua campanha para a presidência da Câmara, em 1999?

 
Itamar Franco
34%
Mário Covas
51%
Tasso Jereissati
11%
Marconi Perillo
3%











 



Querem Sabotar o Brasil
Por Ana Vasco, 2 de Novembro de 2009, 20h27

Há quem acredite que a forma mais fácil de enfraquecer os adversários é “sabotando” oportunidades de crescimento, plantando dúvidas, gerenciando boatos, alimentando a discórdia, sugerindo a desistência. Afinal, tantas vezes isso já deu certo. Por motivos políticos, nossa juventude já foi taxada de comunista, drogada, violenta, subversiva. “Disciplina e decoro” foram as máscaras de um discurso que queria incutir a mentira e o medo. Mas o método de crítica e desvalorização de quem não defende os ideais semelhantes, típico de tempos de ditadura, não ficou restrito a um período histórico. Caminhou pelo tempo e até hoje submete a política à hipocrisia, à malandragem, à chantagem, à falsidade e à manipulação.

E quem não se lembra de fatos marcantes relacionados a isso? Poderia enumerar dezenas, mas vou me ater a uma história. Algum tempo após Tancredo Neves assumir a sua candidatura oficial para a disputa da Presidência da República, em 1984, aconteceu uma situação muito estranha em Brasília. Um dia, a cidade amanheceu coberta de cartazes vermelhos, com a caricatura de Tancredo, ao lado de uma foice e de um martelo, com os dizeres: “PCB – Chegaremos Lá”. O episódio, sem explicação convincente, ocorreu também em Goiânia, Salvador e em outras capitais. Quem afinal teria interesse em associar a imagem de Tancredo ao radicalismo e à dissimulação? Dessa vez, o povo brasileiro rejeitou a “sabotagem”. Mas muitas outras, na nossa história recente, deram certo e servem como estímulo para quem gosta da política mais suja.

Na revista Veja desta semana, o colunista Diogo Mainardi dá um conselho ao PSDB: sabotem o PT. Como? Unindo os dois pré-candidatos do partido em chapa única. Essa é a força da oposição, juntos eles podem mais, podem tudo. Balela! O Brasil quer a união real de propósitos e de forças políticas – de esquerda e de direita – que hoje são antagônicas, por um projeto mais amplo, que envolva toda a sociedade. O Brasil não aceita mais sabotagens.

No passado, tentaram “sabotar” Tancredo e muitos outros. Hoje, espera-se que outras “sabotagens” fortaleçam possibilidades. Mas no fundo, todos se esquecem que esse tipo de estratégia pode voltar-se contra o Brasil. Que as “sabotagens” extirpam da política o seu poder mais nobre, de aglutinar, sustentar ideais.

Aécio quer mais do que cargos ou poder de mando. Quer ser o presidente que irá promover as reformas estruturais que o Brasil espera há mais de 20 anos. Aécio quer trabalhar, com lideranças, partidos e com a sociedade, por um país melhor - economicamente forte, com compromisso social, bem gerenciado e sem polarizações partidárias. Ele quer lutar por sonhos que transcenderam gerações. Sem divisões, ciladas, sem “sabotagens”, sem precisar provar constantemente que ele não é o “subversivo” que gostariam que ele fosse – para que a derrota ou a desistência se torne possível.

Pela verdade, pelos avanços, pela união, pela ética e pelo Brasil, eu sou mais Aécio. E você?



PSDB quer definição
Por Ana Vasco, 2 de Novembro de 2009, 20h23

Em entrevista para o jornal Folha de S. Paulo, publicada neste domingo (1/11), o presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra, explica que o partido começa a ter pressa por uma definição de seu candidato às eleições de 2010. Ele garante que, mesmo sem ter as alianças estabelecidas e o candidato escolhido, o PSDB tem um programa melhor para apresentar e grandes chances de vencer.

"Aécio tem 90% de aprovação em Minas,
capacidade de mobilização e de aglutinação.
Na verdade, setores que hoje não estão na nossa aliança
não escondem preferência por ele. Onde vai é bem recebido."

(Sérgio Guerra, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo)

Leia a entrevista completa aqui (exclusivo para assinantes)



Revista Carta Capital
Por Ana Vasco, 31 de Outubro de 2009, 03h15

A revista Carta Capital desta semana traz uma reportagem especial sobre Aécio Neves e sobre o cenário que levará à definição das candidaturas e das alianças para as eleições presidenciais de 2010. Ela também trata a respeito da decisão que Aécio Neves tomou de assumir sua disponibilidade para candidatar-se à presidência, rejeitar a posição de vice em uma chapa única do partido e pedir o adiantamento do prazo de escolha do candidato, para o PSDB.

"Quero dizer antes de tudo que respeito o Serra. É um grande político brasileiro e entendo a posição vantajosa que ele tem na disputa. E também que não estou em busca de uma saída honrosa. Apesar de não tratar as coisas com obsessão, desejo ser candidato a presidente pelo PSDB", disse Aécio em entrevista.

De acordo com a reportagem: "O neto de Tancredo Neves é polido. Evita polêmicas e repete o argumento de que será mais útil ao partido como candidato a senador do que como vice na chapa de Serra. Alguns de seus aliados recorrem, porém, a uma metáfora equestre, para explicar a opção. Só vale montar no cavalo com as rédeas na mão, pois quem está na garupa inevitavelmente vai ao chão se o condutor cair, mesmo se for um excelente cavaleiro"

Apesar de estar em uma posição relativamente desfavorável nas pesquisas, Aécio Neves tem um perfil que é muito adequado para um candidato no atual momento político. É um conciliador, defende os avanços sem mudanças radicais e é contra a polarização partidária. "A primeira coisa que faria na Presidência seria buscar uma agenda mínima comum com o PT", assegura.

Além de tudo isso, Aécio tem também a fama de agregador. A revista lembra que, com a sua candidatura, a base de sustentação governista seria abalada. Setores de alguns partidos, como o PMDB e o PSB, provavelmente o apoiariam, como também o PDT, PP e PTB. "Minha preocupação é superar essa disputa de poder entre o PT e o PSDB. Fazer uma campanha sem ódio, sem radicalismo, sem essa inócua busca pela paternidade deste ou daquele programa. Isso não é um concurso de pontos. Quero inspirar esperança nos eleitores", afirma. Avaliando as condições e o temperamento de Aécio e o quadro geral, a reportagem conclui: "Os marqueteiros e estrategistas governistas preferem, de longe, enfrentar Serra".

Aécio também destacou, na entrevista, alguns temas que devem ser essenciais na agenda do próximo presidente do Brasil. A questão das reformas estruturais - como a reforma política e a da Previdência - são, para ele, uma necessidade urgente para o país. Aécio também defende a adoção de uma política monetária mais ousada que estimule a indústria brasileira. "Devemos ressaltar a necessidade de uma reforma do Estado, fazer diferente do governo atual, que tem inchado a máquina, tem 40 ministérios", lembra.

Com o auxílio de Ricardo Guedes, diretor do Instituto Sensus, a Carta Capital também se lança na difícil missão de imaginar os avanços nos cenários das pesquisas e as chances dos pré-candidatos. Sem grandes conclusões, nos mostra que as decisões tomadas agora são determinantes para o rumo das próximas eleições e para a vitória de qualquer que seja o lado.

Leia mais um trecho da reportagem aqui.



Por Avanços
Por Ana Vasco, 30 de Outubro de 2009, 03h23


"Tivemos um período no Brasil de muitos avanços
desde o governo do presidente Itamar Franco,
com a elaboração e concepção do Plano Real,
com Fernando Henrique ainda no Ministério da Fazenda.

Depois com a sua consolidação, com Fernando Henrique
já presidente da República. Ali, garantimos a estabilidade,
modernizamos a nossa economia, construímos os marcos reguladores
da macroeconomia, que felizmente, até hoje, são mantidos.

Iniciamos os programas de distribuição de renda, criamos
a Lei de Responsabilidade Fiscal - com muita luta,
porque tivemos a oposição ferrenha do PT, que, felizmente,
demonstrando uma grande evolução, agora compreende a sua importância.

Veio o governo do presidente Lula em um momento muito positivo
da economia internacional, com reflexos internos.
Ele avança nos programas sociais, mas deixa por fazer
algumas reformas extremamente importantes.

Mas uma eventual candidatura minha deixa de lado o retrovisor.
Ela só tem o parabrisa, ela olha para frente para compreendermos
o que ficou por fazer e como construirmos uma grande e nova aliança
para fazer aquilo que não foi feito.

Se o partido entender, e é natural que entenda,
que tem uma outra candidatura extremamente competitiva
- e eu a reconheço extremamente competitiva - a que for indicada
pelo meu partido me terá como o seu primeiro soldado,
determinado a levá-la a vitória.
Mas obviamente, o partido respeitará a minha opção
por garantir um forte palanque em Minas Gerais,
para vencermos no Governo do Estado
e vencermos também a Presidência da República"


(Aécio Neves sobre sua disponibilidade
para ser candidato do PSDB nas eleições de 2010)



Imagens do Dia
Por Ana Vasco, 30 de Outubro de 2009, 03h16

 

 

 



Encontros
Por Ana Vasco, 29 de Outubro de 2009, 21h52


 

Aécio Neves encontrou-se, na tarde de hoje (29/10), com o prefeito
de Belo Horizonte, Márcio Lacerda, e com o presidente da Associação
Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy.
Em reunião, Godoy apresentou a Aécio e Márcio Lacerda um estudo
detalhado sobre a infraestrutura da capital mineira,
com indicações de ações e investimentos necessários para a realização
dos jogos da Copa do Mundo de 2014.





"Ainda sobre a Copa do Mundo... Eu recebi, com muita alegria, ontem,
um telefonema do presidente Ricardo Teixeira, me dizendo que saiu
de Belo Horizonte extremamente bem impressionado com o processo
que está em encaminhamento em relação ao Mineirão e me disse - posso
tornar isso público, porque não pediu segredo - que o relatório da FIFA,
feito em cada uma das cidades-sedes, quando faz a conclusão em relação
a Belo Horizonte, coloca a cidade e o estádio do Mineirão, em condições
(obviamente, vencendo as etapas que estamos vencendo) de ser sede
tanto da abertura da Copa do Mundo, de jogos das semifinais
da Copa do Mundo, e até mesmo, da final da Copa do Mundo."

(Aécio Neves, em entrevista, após encontro com o prefeito Márcio Lacerda)
 



Foto: Wellington Pedro/Imprensa MG

Aécio também recebeu, no Palácio da Liberdade,
representantes dos Diretórios Centrais dos Estudantes (DCEs)
de seis instituições de ensino de Belo Horizonte
(PUC Minas, Milton Campos, Fumec, Newton Paiva, Uni-BH e UNA).
Os universitários pediram a Aécio apoio do governo de Minas
em projetos ligados à cultura, ao esporte e à saúde - especificamente,
um festival universitário de bandas musicais, uma olimpíada universitária
e uma campanha de doação de sangue, com coleta itinerante nas faculdades.



Imagens do Dia
Por Ana Vasco, 28 de Outubro de 2009, 22h48



Aécio com o presidente da CSN, Benjamin Steinbruch.
Foto: Wellington Pedro / Imprensa MG



Aécio recebe os executivos da CSN, no Palácio da Liberdade.
 



Aécio e Steinbruch anunciam, para a imprensa, que a CSN 
fará investimentos de quase R$ 10 bilhões em Minas Gerais.



Investimentos para Minas
Por Ana Vasco, 28 de Outubro de 2009, 22h29

O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, anunciou, na tarde de hoje (28/10), após encontro com Aécio Neves, no Palácio da Liberdade, que a CSN fará, em Minas, investimentos de R$ 9,5 bilhões, em um programa de expansão de negócios.

De acordo com Steinbruch, a companhia implantará uma usina siderúrgica e uma unidade de pelotização, em Congonhas, região do Campo das Vertentes; fará a expansão da mineração Casa de Pedra, no mesmo município; e instalará uma fábrica de clinquer, principal matéria-prima do cimento, e uma planta de cal, no município de Arcos. A CSN também pretende implantar um centro de distribuição e beneficiamento de aço, na região metropolitana de Belo Horizonte. O conjunto de investimentos deverá gerar 13 mil empregos em Minas Gerais.
 

Aécio recebeu os executivos da Companhia Siderúrgica Nacional, no Palácio da Liberdade
 



"São investimentos extremamente expressivos,
que mostram a visão estratégica da empresa e a capacidade de parceria
que o Estado tem buscado construir ao longo desse período.
É um investimento estratégico que interessa muito,
não apenas ao setor mineral e siderúrgico do Estado,
mas a toda economia mineira."


(Aécio Neves, sobre o anúncio da CSN, 28 de out.)




Página 10 de 24
Frase da Semana
"Minas é muito grande. Minas, por si só, justifica a minha ação como homem público"

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