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Belo Horizonte, 1 de Janeiro de 2003 |
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Folha de S. Paulo , 7 de Outubro de 2007 |
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Assim não dá, meu Rei!
Por Ana Vasco, 4 de Fevereiro de 2010, 14h16
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Nas preparações para as eleições presidenciais, apoiadores de alguns grupos partidários ainda não compreenderam que a oposição precisa de união para uma vitória nas urnas. E união advém indiscutivelmente do sincero respeito. Respeito por opiniões, por caminhos, por opções. O respeito é a prova mais incisiva de que uma conquista obtida foi realmente fundada nos valores da democracia.
Mas, infelizmente, para esses apoiadores, tudo é permitido, neste momento, para se derrotar os governistas. E o clima bélico invade o espaço dos próprios aliados. Admite-se a necessidade de se forçar uma formação de chapa sem a apresentação e articulação de uma candidatura; critica-se a posição que cada um assume no processo; trabalha-se pelo enfraquecimento de lideranças políticas, capazes de promover novos elos e conquistas que se refletirão em resultados ainda maiores; distorcem-se discursos de políticos aliados para justificar a própria falta de argumentação em defesa de uma fantasiosa desarmonia. Enquanto dedicam tanto esforço para a imposição de um caminho único, a democracia escapa pelos dedos das mãos e qualquer meio passa a justificar muito bem todos os fins.
Defendo, com juízo, a situação que tenho acompanhado. Aécio Neves apresentou-se para o PSDB, em 2009, com uma proposta vanguardista, que visava, sobretudo, agregar as bases do partido; fomentar a participação da militância partidária; promover uma discussão ampla pela elaboração de um projeto de governo viável e forte; atrair apoiadores novos, de diferentes segmentos e partidos. Aécio defendeu o discurso da conciliação, que evitasse o confronto plebiscitário. Mas o trabalho de convergência proposto foi inviabilizado pelo próprio processo político e pelos métodos de escolha adotados.
Não houve lamentos. Aécio, com a leveza que marca toda a sua trajetória política, soube retirar sua candidatura, no tempo certo, para evitar desgastes, competições ou qualquer desunião. E, como bom político, elegeu prioridades para a defesa de um projeto mais amplo. O trabalho em Minas, essencial para a definição de uma vitória da candidatura principal, foi definido como o caminho mais certo.
Mesmo assim, as mesmas pessoas que sempre trabalharam contra a união do partido continuaram fazendo interpretações maldosas sobre qualquer movimentação de Aécio. Embora digam que a posição de Aécio não tem nenhuma relevância no cenário nacional, seguem seus passos e acompanham seus discursos, com descomunal atenção, desconsiderando até mesmo os contextos de cada declaração dada à imprensa.
Para essas pessoas, se o governador de Minas fica em silêncio por alguns dias, revela que não apóia o partido; se diz que acredita na vitória do candidato, não se sente sinceridade nas suas palavras; se ele foi pré-candidato, sua intenção era atrapalhar o outro que também seria; se ele retirou-se de campo, queria enfraquecer o companheiro de partido. E se o governador diz o que todos já sabemos? Que faltou empenho do partido para viabilizar a sua candidatura? Ou que o PSDB precisa adequar o seu discurso à realidade que se apresenta? O mundo vem abaixo e ele é taxado de traidor e desleal, por simplesmente não manter o silêncio e expressar claramente o que não é novidade para ninguém.
Seria compreensível esse tipo de reação, se nós pensarmos que talvez essas pessoas, que se interessam mais pelo atrito do que pela união, podem querer com isso, buscar, desde já, justificativas para qualquer possível falha futura. Mas esse é um processo de martirização que, sinceramente, não nos interessa.
O fato é que, para essas pessoas – que são sempre as mesmas –, qualquer ação de Aécio Neves será sempre mal interpretada. E, no fundo, isso acontece porque o governador de Minas mobiliza tanto a atenção e a emoção dos brasileiros que chega a incomodar. As críticas continuarão a existir e, embora não o atinjam – porque faz política em um nível bem superior a elas –, podem levar a uma derrota nas urnas, com ou sem mártires.
A oposição precisa pensar grande e buscar a união para vencer o jogo e obter avanços para o país, pois a desarmonia, neste momento, será a senha definitiva para o enfraquecimento definitivo do PSDB no quadro político brasileiro. Na política ou fora dela, a postura de um grupo sempre determinará o valor e o tamanho da conquista final que será obtida.
Zilda Arns
Por Ana Vasco, 14 de Janeiro de 2010, 15h37
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A médica pediatra, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança,
Zilda Arns, morreu nesta terça-feira (12/01), no terremoto no Haiti.
Foto: Jader da Rocha
“Na tragédia que atingiu o Haiti perdemos, todos os brasileiros,
uma das nossas mais importantes referências no campo social.
E Minas, a sua mais generosa parceira.
Os inúmeros exemplos que doutora Zilda nos deixa
– de solidariedade, de responsabilidade compartilhada e amor pelo Brasil –
ficarão, no entanto, para sempre.
Para nós, significam um verdadeiro legado
capaz de iluminar o caminho do país na direção da justiça e equidade.”
(Aécio Neves, sobre a morte de Zilda Arns, 13 de jan 2010)
Feliz 2010!
Por Ana Vasco, 31 de Dezembro de 2009, 20h57
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Jogo das Estrelas
Por Ana Vasco, 27 de Dezembro de 2009, 22h38
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Ele não marcou nenhum gol, mas mais uma vez foi um dos destaques do evento. Na tarde de hoje (27/12), Aécio Neves participou da partida preliminar do Jogo das Estrelas, no Maracanã. O evento, organizado pelo ex-jogador Zico, que já é uma tradição no futebol carioca, pareceu uma grande brincadeira, mas teve caráter essencialmente beneficente. Toda a renda arrecadada com a venda de mais de 55 mil ingressos foi revertida para três importantes causas: ajudar a família de Washington, ex-atacante do Fluminense, que sofre de uma doença degenerativa; a família do ex-goleiro Zé Carlos, que faleceu em julho; e beneficiar várias instituições de caridade.

A equipe azul da partida preliminar com Aécio ao centro - Foto: Omar Freire
O evento foi dividido em dois importantes momentos: uma partida preliminar, que contou com a participação de personalidades de várias áreas, e uma oficial, com grandes nomes do futebol profissional. Os jogos teminaram empatados: o primeiro em 6 a 6 e o principal em 5 a 5.

Aécio abraçado com Zico e com o ator Marcelo Serrado
Futebol e solidariedade
Por Ana Vasco, 27 de Dezembro de 2009, 03h000
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Reverter diversão em ações sociais é o principal objetivo do Jogo das Estrelas, que será realizado na tarde deste domingo (27/12), no Maracanã, e que contará com a participação de Aécio Neves, na partida preliminar. O evento, organizado por Zico, reunirá várias personalidades de diferentes áreas, que têm em comum a paixão, tipicamente brasileira, pelo futebol.
Para o jogo principal, Zico já pode contar com grandes nomes, que já confirmaram presença, como Romário, Rogério, Gottardo, Jorginho, Júnior, Djalminha, Zinho, Fábio Luciano, Bebeto, Alcindo, Renato Gaúcho, Amoroso, Ricardo Rocha, Falcão, Carlos Alberto, Emerson, Adriano, Juan, Andrade, Vagner Love, Adílio.
Já o jogo preliminar, que acontecerá às 15h, terá a participação de Aécio, Eri Johnson, Thierry Figueira, Thiago Lacerda, Du Moscovis, Kadu Moliterno, Marcos Palmeira, Alexandre Pires, Dado Dolabella, Rodrigo Faro, Toni Garrido, Thiago Rodrigues, Heitor Martinez, Nelson Freitas, Marcio Garcia, Thiago Martins, entre outros.
A renda do Jogo das Estrelas será dividida em três partes e servirá para ajudar a família de Washington, ex-atacante do Fluminense, que sofre de uma doença degenerativa; a família do ex-goleiro Zé Carlos, que faleceu em julho; e várias instituições beneficentes.
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